Preço do whey protein dispara com alta demanda e oferta limitada
O custo do suplemento subiu 24% no Brasil devido ao descompasso entre a crescente procura por proteínas e a capacidade industrial insuficiente.
Pontos principais
- O preço do WPC80 quase triplicou nos EUA desde o início de 2025.
- No Brasil, o valor do quilo do WPC80 subiu 24% entre junho e setembro de 2026.
- A demanda é impulsionada pela popularização de canetas emagrecedoras e dietas ricas em proteínas.
- O Brasil importa 70% do whey protein consumido internamente.
- Empresas como Sooro Renner e Piracanjuba investem em novas fábricas para ampliar a oferta.
O mercado de suplementos proteicos enfrenta uma escalada de preços significativa, impulsionada pela alta demanda global e nacional. O consumo de whey protein cresceu expressivamente com a popularização de dietas ricas em proteínas e o uso de canetas emagrecedoras, enquanto a oferta de soro de leite permanece limitada pelo ritmo lento da produção de queijos. No Brasil, o quilo do WPC80 registrou uma alta de 24% entre junho e setembro de 2026, atingindo a marca de R$ 180.
A dependência externa agrava o cenário, visto que 70% do whey protein consumido no país é importado devido à infraestrutura industrial insuficiente para o processamento do soro. Para mitigar o impacto nos preços, empresas do setor, como Sooro Renner e Grupo Piracanjuba, iniciaram investimentos em novas plantas fabris. A expectativa é que a expansão da capacidade produtiva nacional ajude a estabilizar o mercado nos próximos três anos.
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