Argentina registra fechamento de 31 mil empresas sob gestão Milei
Relatório aponta perda de 245 mil empregos formais na Argentina, enquanto governo destaca queda na inflação e crescimento do PIB.
Pontos principais
- Cerca de 31,3 mil empresas encerraram atividades entre novembro de 2023 e junho de 2026.
- O setor privado argentino perdeu 245,6 mil postos de trabalho formais no período.
- A taxa de desemprego atingiu 7,9% no primeiro semestre de 2026.
- A inflação anual recuou de 289% em 2024 para 33,5% em agosto de 2026.
- O presidente Javier Milei defende o ajuste e aponta crescimento do PIB em 2025.
Um relatório da Fundar revelou que a Argentina enfrentou o fechamento de 31,3 mil empresas e a eliminação de 245,6 mil empregos formais no setor privado entre novembro de 2023 e junho de 2026. Os dados oficiais do Indec indicam que a taxa de desemprego no país subiu para 7,9% durante o primeiro semestre deste ano, refletindo o impacto das medidas econômicas implementadas pela gestão do presidente Javier Milei.
Em contrapartida, o governo argentino enfatiza a estabilização macroeconômica, destacando que a inflação anual caiu drasticamente de 289% em abril de 2024 para 33,5% em agosto de 2026. Milei contesta as críticas sobre o mercado de trabalho, argumentando que o país registrou crescimento do PIB em 2025 e sustentando que o fechamento de companhias é um processo necessário para eliminar estruturas dependentes de subsídios estatais.
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