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Argentina registra fechamento de 32 mil empresas sob governo Milei

O país acumula 18 meses de queda no número de empregadores, atingindo o menor patamar de empresas registradas desde 2007.

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Foto: G1 - Economia
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11/10 às 14:00, atualizado 17:00

Pontos principais

  • O número de empregadores caiu de 512.357 em novembro de 2023 para 480.067 em julho de 2026.
  • A redução de 32.290 estabelecimentos representa uma queda de 6,3% no período.
  • O mercado de trabalho formal no setor privado perdeu cerca de 121 mil postos em um ano.
  • A produção industrial argentina recuou 12% no primeiro semestre de 2026.
  • Analistas revisaram para baixo as projeções de crescimento do PIB para 2026 e 2027.

A Argentina registrou o fechamento de 32.290 empresas desde o início da gestão de Javier Milei, em dezembro de 2023. Dados oficiais indicam que o país encerrou julho de 2026 com 480.067 estabelecimentos registrados, marcando o 18º mês consecutivo de queda e atingindo o nível mais baixo de empregadores em quase duas décadas, patamar semelhante ao observado em 2007.

O cenário de retração econômica é acompanhado por uma queda no emprego formal, que perdeu cerca de 121 mil postos no setor privado em um ano. Especialistas apontam que a combinação de consumo fraco, custos elevados e o aumento de 34,7% nas importações de bens de consumo pressionam a indústria local, que recuou 12% no primeiro semestre. Diante da contração de 2,9% na atividade econômica em julho, instituições financeiras revisaram para baixo as projeções de crescimento do PIB para os próximos anos.

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