STF levará ao plenário físico julgamento bilionário sobre PIS/Cofins
O STF vai julgar no plenário físico uma ação da AGU que discute a base de cálculo do PIS/Cofins, com impacto fiscal estimado em R$ 117,6 bilhões.
Pontos principais
- O ministro Flávio Dino pediu destaque, retirando o caso do plenário virtual.
- A ação da AGU busca validar a incidência de tributos sobre tributos no PIS/Cofins.
- O relator Kássio Nunes Marques já havia votado contra o pedido da União.
- O impacto financeiro dos litígios envolvidos é estimado em R$ 117,6 bilhões.
O Supremo Tribunal Federal (STF) reiniciará o julgamento de uma ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU) que discute a inclusão de tributos na base de cálculo do PIS/Cofins. O caso, que deriva da chamada "tese do século", foi transferido do plenário virtual para o físico após um pedido de destaque feito pelo ministro Flávio Dino. A União busca validar a incidência de impostos sobre impostos, argumentando que a decisão final poderá encerrar milhares de processos judiciais em curso no país.
O relator da matéria, ministro Kássio Nunes Marques, já havia se manifestado anteriormente pelo indeferimento do pedido, classificando a solicitação da AGU como excessivamente abrangente e genérica. O desfecho deste julgamento é acompanhado de perto pelo setor econômico, dado que o impacto financeiro estimado para os cofres públicos e para as empresas envolvidas nos litígios chega a R$ 117,6 bilhões.
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