Especialista aponta necessidade de projetos robustos no saneamento
O advogado Augusto Dal Pozzo defende segurança jurídica e novos modelos contratuais para acelerar a universalização do saneamento básico até 2033.
Pontos principais
- O Brasil registrou uma perda de 39,5% de água na distribuição em 2024.
- A meta de universalização do saneamento no país está prevista para 2033.
- Adoção de contratos de eficiência é sugerida para reduzir custos operacionais.
- Blocos regionais de municípios são apontados como estratégia para atrair investimentos.
- Fortalecimento técnico das agências reguladoras é considerado essencial.
O advogado Augusto Dal Pozzo defende que a universalização do saneamento básico no Brasil, prevista para 2033, exige a estruturação de projetos mais robustos e maior segurança jurídica para atrair investidores. O especialista destaca que, com uma perda de 39,5% de água na distribuição em 2024, o setor necessita de modelos inovadores, como contratos de eficiência e desempenho, para otimizar custos operacionais e viabilizar novas obras.
Para superar os desafios atuais, Dal Pozzo sugere a formação de blocos regionais de municípios, estratégia que visa aumentar a escala dos projetos e torná-los mais atrativos ao mercado. Além disso, o fortalecimento das agências reguladoras, com maior capacidade técnica e o uso de ferramentas tecnológicas, é apontado como um pilar fundamental para garantir a eficácia das políticas públicas e o cumprimento das metas estabelecidas para o setor.
Comentários
Carregando comentários...
