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Câmara aprova projeto que altera regras de aposentadoria de PMs e bombeiros

Texto reduz tempo de atividade militar exigido para inatividade remunerada e amplia a averbação de tempo de serviço civil para a categoria.

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Foto: G1 Política
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01/09 às 20:45 · atualizado 22:31

Pontos principais

  • A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 241/23 em votação simbólica na última terça-feira (1º).
  • O tempo mínimo de exercício de atividade militar para a inatividade foi reduzido de 30 para 25 anos.
  • O limite para averbação de tempo de serviço civil, público ou privado, foi ampliado de cinco para dez anos.
  • Para a aposentadoria integral, o texto estabelece 35 anos de serviço total para homens e 32 para mulheres.
  • A proposta segue agora para análise no Senado Federal.

A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica realizada na última terça-feira (1º), o Projeto de Lei 241/23, que flexibiliza as regras para a inatividade remunerada de policiais e bombeiros militares. O texto, que é um substitutivo do deputado Cabo Gilberto Silva, reduz de 30 para 25 anos o tempo mínimo de exercício de atividade estritamente militar exigido para a transferência à reserva. Além disso, a proposta amplia de cinco para dez anos o limite de averbação de tempo de serviço de natureza civil, seja ele público ou privado, facilitando o alcance dos requisitos necessários para a inatividade.

O projeto também define novos critérios para a aposentadoria integral, estabelecendo o tempo total de 35 anos para homens e 32 anos para mulheres, mantendo a exigência de 25 anos de atividade militar. A medida recebeu apoio de diversos espectros políticos, com exceção do Partido Novo, e busca promover maior igualdade de acesso entre os gêneros, além de atualizar normas sobre promoções por merecimento e bravura. O texto agora segue para apreciação do Senado. Especialistas apontam que a mudança pode gerar impactos orçamentários significativos para os estados, levantando questionamentos sobre a sustentabilidade fiscal da medida e a possibilidade de judicialização por parte de governadores preocupados com as contas públicas.

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