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CCJ do Senado define relatores das PECs da Segurança e escala 6x1

O presidente da CCJ, Otto Alencar, designou os senadores Omar Aziz e Rogério Carvalho para relatarem as propostas prioritárias do governo na comissão.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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21/08 às 17:15, atualizado 21:31

Pontos principais

  • O senador Omar Aziz foi escolhido como relator da PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6x1.
  • O senador Rogério Carvalho será o relator da PEC da Segurança Pública na CCJ.
  • A PEC do fim da escala 6x1 prevê a redução da jornada máxima para 40 horas semanais com dois dias de descanso.
  • A PEC da Segurança Pública reorganiza o sistema nacional e prevê financiamento via apostas esportivas.
  • O envio das propostas à CCJ foi formalizado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
  • A tramitação das matérias ocorre após a retomada do diálogo institucional entre o governo Lula e a presidência do Senado.
  • A expectativa é que as votações ocorram durante esforço concentrado na primeira semana de setembro.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar, oficializou a designação dos relatores para duas das propostas mais aguardadas pelo governo federal: a PEC que visa o fim da escala de trabalho 6x1 e a PEC da Segurança Pública. O senador Omar Aziz assumiu a relatoria da proposta sobre a jornada de trabalho, enquanto o senador Rogério Carvalho ficou responsável pela relatoria da PEC da Segurança Pública. As nomeações consolidam a estratégia do Palácio do Planalto em avançar com pautas consideradas vitais antes das eleições.

A PEC do fim da escala 6x1, que propõe a redução da carga horária para 40 horas semanais com dois dias de repouso remunerado, e a PEC da Segurança Pública, que estabelece um sistema único e novas fontes de financiamento, foram enviadas à comissão pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O movimento marca uma reaproximação política entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destravando pautas que estavam sob análise no Legislativo.

Para que as propostas avancem, elas precisam ser aprovadas na CCJ e, posteriormente, obter o apoio de três quintos dos senadores, o equivalente a 49 votos, em dois turnos de votação no Plenário. A celeridade na tramitação é um objetivo central do governo, que busca utilizar a aprovação dessas medidas como um trunfo eleitoral. A previsão é que os debates e votações ocorram durante um esforço concentrado na primeira semana de setembro, consolidando a agenda legislativa do período.

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