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STJ autoriza retirada de tornozeleira de empresário do Caso Ultrafarma

Ministro do STJ permite a retirada de tornozeleira eletrônica de Celso Éder Gonzaga de Araújo, réu por lavagem de dinheiro, devido a problemas de saúde.

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Foto: Times Brasil
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22/10 às 08:45

Pontos principais

  • O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do STJ, autorizou a remoção definitiva do dispositivo de monitoramento.
  • A decisão baseou-se no quadro clínico do empresário, que inclui problemas cardíacos, psiquiátricos e um tumor.
  • Celso Éder Gonzaga de Araújo segue em prisão domiciliar, regime que cumpre desde março de 2026.
  • O réu é acusado de envolvimento em um esquema de lavagem de R$ 1 bilhão na Secretaria da Fazenda de São Paulo.
  • A investigação, denominada Operação Ícaro, também apura a participação de Sidney Oliveira e Mário Otávio Gomes.

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu autorização para a retirada definitiva da tornozeleira eletrônica utilizada pelo empresário Celso Éder Gonzaga de Araújo. A decisão atende a um pedido da defesa, que apresentou laudos médicos detalhando o estado de saúde do réu, o qual enfrenta complicações cardíacas, transtornos psiquiátricos e um diagnóstico de tumor. Apesar da flexibilização, o empresário permanece sob regime de prisão domiciliar, medida cautelar que ele cumpre desde março de 2026.

Celso Éder é um dos principais investigados na Operação Ícaro, que apura um esquema de lavagem de dinheiro estimado em R$ 1 bilhão envolvendo a Secretaria da Fazenda de São Paulo. O processo também aponta a participação de figuras conhecidas do setor empresarial, como o fundador da Ultrafarma, Sidney Oliveira, e o executivo da Fast Shop, Mário Otávio Gomes. O caso segue em tramitação no Judiciário para apurar as responsabilidades sobre o suposto desvio de verbas e lavagem de capitais.

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