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PL deve liberar bancada para votação da PEC do fim da escala 6x1

O senador Wellington Fagundes informou que o PL liberará seus parlamentares na votação da PEC que propõe o fim da escala 6x1, prevista para esta quarta-feira.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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13/10 às 08:15, atualizado 17:33

Pontos principais

  • O senador Wellington Fagundes confirmou que o PL adotará a liberação da bancada na votação da PEC.
  • A proposta visa extinguir a escala de trabalho 6x1, reduzindo a jornada semanal de 44 para 40 horas.
  • A votação em primeiro turno no Senado está agendada para esta quarta-feira (14).
  • O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, declarou voto favorável à medida.
  • A oposição no Senado abandonou a estratégia de obstrução para evitar desgastes eleitorais.
  • O governo Lula busca a aprovação da PEC em dois turnos antes do fim da campanha eleitoral.
  • Parlamentares da direita buscam ajustes no texto, como a flexibilização das regras de folga.
  • A PEC 12/2026, apresentada por Rogério Marinho, é uma alternativa em debate no campo da oposição.
  • A líder do governo no Senado, Teresa Leitão, planeja acelerar a tramitação da matéria.
  • A decisão de liberar a bancada reflete a pressão popular sobre o tema na reta final das eleições.

O Partido Liberal (PL) deve liberar sua bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a escala de trabalho 6x1 no Brasil. A informação foi transmitida pelo senador Wellington Fagundes, indicando que os parlamentares da legenda terão autonomia para decidir seus votos conforme suas próprias convicções. A medida, que propõe a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas com dois dias de descanso, é o principal item na pauta do Senado para esta semana.

O anúncio ocorre em um momento de intensa movimentação política, com a votação em primeiro turno prevista para esta quarta-feira (14). O senador Flávio Bolsonaro, que concorre à Presidência da República, declarou publicamente que votará a favor da proposta, justificando que a medida atende à vontade da maioria dos trabalhadores. A mudança de postura de setores da oposição, que anteriormente cogitavam a obstrução, visa evitar desgastes políticos significativos na reta final do segundo turno das eleições de 2026.

Embora o PL opte pela liberação, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém o esforço para aprovar a matéria em dois turnos antes do dia 25 de outubro. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão, trabalha para viabilizar um calendário especial de votação. Enquanto isso, parlamentares da oposição continuam articulando emendas e alternativas, como a PEC 12/2026, que defende regimes de trabalho mais flexíveis, buscando equilibrar as demandas dos trabalhadores com a preservação da viabilidade operacional das empresas.

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