Google anuncia Gemini 4 Argon, primeiro para defensores de cibersegurança
O Google anunciou o Gemini 4 Argon, liberado primeiro a defensores de cibersegurança, sem data definida para desenvolvedores, empresas e consumidores.
Pontos principais
- Acesso inicial restrito a defensores de cibersegurança do programa Fairwind e às equipes internas do Google.
- Desenvolvedores entram depois, começando por clientes pagos da API e assinantes do Google AI Ultra, sem data definida.
- Preço de lançamento de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de saída, com entrada em cache 95% mais barata; depois do período introdutório, US$ 4 e US$ 20.
- Limite de saída de 1 milhão de tokens, ante 64 mil na geração anterior.
- Primeiro lugar no AutomationBench, da Zapier, com 51,3%, e novo estado da arte no DeepSWE v1.1, com 77,9%.
- Empate em primeiro no CWE-bench v1, de correção de vulnerabilidades, com 68%, e estado da arte no LVBench, de vídeos longos, com 91,7%.
- Segundo o Google, o Argon encontra, valida e corrige vulnerabilidades críticas de forma autônoma.
- A Wiz, pelo programa Scan for Good, usou o modelo para achar uma falha crítica em software de saúde usado por hospitais no mundo todo, que modelos anteriores não tinham identificado.
Em 30 de setembro, o Google anunciou o Gemini 4 Argon, modelo de fronteira para fluxos de trabalho longos em engenharia de software, finanças, direito e cibersegurança. Por enquanto, o acesso é restrito a defensores de cibersegurança do programa Fairwind e a equipes internas do Google. Como parte de um processo voluntário com o governo dos EUA para acesso pré-lançamento, a empresa diz que vai coletar feedback e ajustar as proteções antes de liberar o modelo ao público. O anúncio não define data.
Internamente, agentes do Argon migram bases de código C/C++ para Rust, de bibliotecas como re2 e libgav1 até o kernel Zircon do Fuchsia, com mais de 800 mil linhas. Na versão para defensores e equipes internas, o Google retira as proteções de cibersegurança para que usem toda a capacidade defensiva do modelo.
Antes do lançamento amplo, o Google diz que reforça as proteções contra uso para ataques cibernéticos e armas químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, e contra injeção indireta de prompts. A empresa também monitora a cadeia de raciocínio e as ações do modelo e interrompe a execução quando ele tenta ir além da intenção do usuário.
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