Visão geral
A Alphabet Inc., empresa controladora do Google, é um conglomerado multinacional de tecnologia com foco em serviços e produtos relacionados à internet, inteligência artificial (IA) e outras tecnologias. Recentemente, a empresa tem expandido significativamente seus investimentos no setor de energia limpa, impulsionada pela crescente demanda por capacidade computacional e energética para o desenvolvimento da IA. Em 12 de janeiro de 2026, a Alphabet atingiu pela primeira vez a marca de US$ 4 trilhões em valor de mercado, juntando-se a um seleto grupo de empresas com valorização similar.
O que é a Alphabet e o que ela controla
A Alphabet foi criada em 2015 como uma holding descrita pelos próprios fundadores como "principalmente uma coleção de empresas", na qual o Google é a maior delas. A reorganização separou o Google — busca, publicidade, YouTube, Android, Chrome, Google Cloud — das demais apostas do grupo, cada uma com seu próprio comando: entre elas a Calico (pesquisa sobre longevidade), a divisão de ciências da vida e o laboratório X, incubadora de projetos como o serviço de entrega por drones Wing.
Sundar Pichai foi nomeado CEO do Google na mesma reorganização de 2015 e acumula desde 2019 o comando da Alphabet. As ações da holding são negociadas na Nasdaq em duas classes: GOOGL (classe A, com direito a voto) e GOOG (classe C, sem voto). Em 2026 o valor de mercado da companhia se manteve acima de US$ 4 trilhões.
Contexto e histórico
A Alphabet, por meio de sua subsidiária Google, tem sido uma das principais impulsionadoras da inovação tecnológica global. Com o avanço rápido da inteligência artificial, a demanda por energia para alimentar data centers e infraestruturas de computação tem crescido exponencialmente. Este cenário levou a Alphabet a buscar soluções estratégicas para garantir um fornecimento de energia sustentável e robusto, especialmente através de fontes limpas, para apoiar suas operações e o desenvolvimento contínuo de IA. O crescimento e a força da companhia no mercado global foram evidenciados em janeiro de 2026, quando seu valor de mercado alcançou a marca de US$ 4 trilhões.
Resultados financeiros e ações
No segundo trimestre de 2026, divulgado em 22 de julho de 2026, a Alphabet registrou receita de US$ 119,8 bilhões, alta de 24% sobre os US$ 96,4 bilhões do mesmo período do ano anterior. O lucro operacional somou US$ 40,8 bilhões, avanço de 30%, com margem operacional de 34%. O lucro líquido de US$ 112,1 bilhões foi inflado por um ganho contábil de cerca de US$ 98 bilhões com participações acionárias não realizadas — um efeito não recorrente que distorce a comparação com trimestres anteriores.
O destaque operacional foi o Google Cloud, com receita de US$ 24,77 bilhões e crescimento de 82%, puxado pela demanda por infraestrutura e soluções de IA, e lucro operacional de US$ 8,8 bilhões. Apesar dos números acima do esperado, a ação caiu cerca de 5% após o anúncio, reação à projeção de investimento em capital (capex) de US$ 195 bilhões a US$ 205 bilhões para 2026.
Gemini e a estratégia de inteligência artificial
O Gemini é a família de modelos de IA do Google e o eixo central da estratégia atual da companhia, tanto no aplicativo voltado ao consumidor quanto na oferta corporativa via Google Cloud. Nos resultados do segundo trimestre de 2026, a empresa informou que o aplicativo Gemini alcançou 950 milhões de usuários ativos mensais e que seus modelos processam 22 bilhões de tokens por minuto via API. Cerca de 90% das empresas da Fortune 100 usariam o Gemini Enterprise, e a ferramenta de programação Antigravity chegou a 2,4 milhões de usuários ativos semanais.
Em 11 de agosto de 2026, o Google anunciou que o aplicativo Gemini ultrapassou 1 bilhão de usuários ativos mensais — cerca de 50 milhões a mais do que os 950 milhões reportados no balanço do segundo trimestre, três semanas antes. Segundo a companhia, 63% dos usuários falam diretamente com o Gemini, uma em cada cinco interações com o Gemini Live vai além da voz (câmera ao vivo ou compartilhamento de tela), o aplicativo gera mais de 150 milhões de imagens por dia, automatiza ações em mais de 40 aplicativos e tem mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS.
Gemini 3.7 Flash
Em 13 de agosto de 2026, o Google lançou o Gemini 3.7 Flash, apresentado pela empresa como seu modelo "workhorse" mais inteligente para programação e agentes — três semanas depois do Gemini 3.6 Flash, cadência que marca o ritmo acelerado de atualização da linha Flash. Os ganhos declarados se concentram em código e automação: o DeepSWE v1.1 sobe de 49,0% para 65,3%, o FrontierCode 1.1 Main de 34,4% para 43,6%, o AutomationBench de 17,0% para 30,4% e o Elo no WebDev Arena passa de 1.538 para 1.588.
Até o fim de 2026, o modelo é cobrado a US$ 0,75 por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 por milhão de tokens de saída — metade do preço de lançamento da geração anterior. No aplicativo Gemini, chega pelo Spark, restrito a assinantes AI Pro e Ultra; para desenvolvedores e empresas, está disponível no Antigravity, no AI Studio, no Android Studio, na Gemini Enterprise Agent Platform e no aplicativo Gemini Enterprise.
A estratégia se estende ao fornecimento de infraestrutura para concorrentes diretos. Em maio de 2026, a Anthropic — desenvolvedora do Claude e rival do Gemini — assumiu um compromisso de gastar US$ 200 bilhões com o Google Cloud e com chips do Google ao longo de cinco anos, segundo apuração do The Information. Em agosto de 2026, o Financial Times revelou que o Google montou um programa de financiamento de cerca de US$ 200 bilhões para a Anthropic, com mais de US$ 150 bilhões atrelados às TPUs (os chips de IA desenvolvidos pelo próprio Google) e participação de Broadcom, Blackstone e Apollo. No mesmo período, o Google ofereceu garantias financeiras substanciais para a construção de um campus de data centers da Anthropic no Texas, projeto avaliado em cerca de US$ 15 bilhões.
Reestruturação da liderança de IA em agosto de 2026
Em 5 de agosto de 2026, Sundar Pichai anunciou em memorando publicado no blog do Google uma reorganização no topo da área de inteligência artificial da companhia. Demis Hassabis deixou o cargo de CEO do Google DeepMind para assumir a presidência do conselho (Chair) da unidade e, simultaneamente, o posto de cientista-chefe (Chief Scientist) da Alphabet, mantendo o comando da Isomorphic Labs. Em nota interna, Hassabis afirmou que passava as responsabilidades operacionais do dia a dia para ter "tempo e espaço" de se concentrar no quadro geral, e que trabalharia com Pichai em temas "estratégicos e globais" de IA.
Koray Kavukcuoglu, até então diretor de tecnologia do Google DeepMind, foi promovido a vice-presidente sênior da unidade, com reporte direto a Pichai. Cabe a ele conduzir o desenvolvimento do Gemini 4, próximo grande modelo da empresa.
No mesmo anúncio, Jeff Dean — cientista-chefe do Google, funcionário número 30 e responsável por parte das principais conquistas técnicas da companhia — deixou a empresa após 27 anos para fundar a Discovery Loop, organizada como public benefit corporation e voltada a IA aplicada à ciência e à engenharia. Saíram com ele o senior fellow Sanjay Ghemawat, o vice-presidente do DeepMind Oriol Vinyals e Quoc Le, cofundador do Google Brain. Segundo o Google, a saída é amigável e a empresa investirá na nova startup. As ações da Alphabet caíram cerca de 4% no dia, com mínima intradiária de queda de 5,4%.
Londres x Mountain View e o peso de Sergey Brin
O memorando de Pichai não menciona Sergey Brin. A leitura de que a reorganização desloca o centro de decisão para o cofundador vem da apuração de imprensa: o Financial Times informou, em 6 de agosto de 2026, que a mudança vinha sendo preparada havia meses, "consolida a influência de Sergey Brin" e ocorreu depois de executivos manifestarem frustração com a gestão de Demis Hassabis. Reportagem de Richard Nieva na Forbes, publicada no mesmo dia, descreve o mesmo movimento por outro ângulo: o de uma disputa entre o escritório de Londres, onde a DeepMind foi fundada, e o de Mountain View, na Califórnia. Segundo a Forbes, "o centro de gravidade se moveu para Mountain View", com lideranças transferidas de Londres para a sede, e Kavukcuoglu é apontado como a pessoa a quem Brin recorre quando precisa que algo seja feito dentro do Google DeepMind. Um ex-funcionário ouvido pela revista chama o processo de "americanização da DeepMind" e o descreve como o desfecho da fusão entre DeepMind e Google Brain.
Brin deixou a presidência da Alphabet em 2019 e voltou ao trabalho diário na empresa a partir de 2023, quando a fusão dos laboratórios de pesquisa foi decidida e centenas de engenheiros do Brain e da DeepMind foram realocados para o esforço que resultaria no Gemini. Ele não ocupa cargo executivo — permanece cofundador e membro do conselho da Alphabet, sem função formal na estrutura de IA. Em entrevistas, disse estar no Google "praticamente todos os dias" para ajudar no treinamento dos modelos, e Hassabis afirmou publicamente que "Sergey está na lida, programando".
Produtos e serviços
Além da busca e da publicidade, o Google opera um conjunto de produtos de uso massivo: Android (sistema operacional móvel), Chrome (navegador), YouTube (vídeo), Gmail, Google Maps, Google Fotos, Google Tradutor, Google Meet, Google Earth, Google Acadêmico e Google Flights. O Google Cloud, comandado por Thomas Kurian, concentra a oferta corporativa de infraestrutura e serviços de IA.
Desde 2026, a integração do Gemini a esses produtos é a principal frente de desenvolvimento. No Google Maps, o recurso Ask Maps — anunciado como "a maior transformação do Maps em mais de uma década" pela vice-presidente e gerente-geral do produto, Miriam Daniel — substitui a busca tradicional por uma conversa em linguagem natural. Lançado nos Estados Unidos em março de 2026, foi expandido em 6 de agosto para Austrália, Brasil, Canadá, Indonésia, Japão e México, além de mais de 150 países e territórios em inglês.
A mesma atualização acrescentou capacidades agênticas — o assistente executa tarefas de várias etapas, como localizar restaurantes abertos na rota do usuário e montar o pedido no carrinho, com os parceiros Square e Toast — informações de transporte público em tempo real e a camada Personal Intelligence, que conecta o Ask Maps ao Gmail para considerar voos e reservas já agendados. Os recursos agênticos de pedido de comida, descoberta de hotéis e eventos estavam restritos aos Estados Unidos no lançamento; transporte em tempo real, Personal Intelligence e memória de conversa valem em todos os países onde o Ask Maps está disponível. No evento Google for Brazil, em junho de 2026, a empresa já havia anunciado a chegada do Ask Maps ao Brasil em português, a expansão do Gemini no Chrome para o país e mais de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) via Google.org para ampliar o programa Experience AI.
Hardware: a linha Pixel
O Pixel é a linha própria de aparelhos do Google — celulares, relógios e fones — usada como vitrine da integração entre o Android, os chips Tensor projetados pela própria empresa e os recursos de IA do Gemini. O lançamento anual acontece no evento Made by Google.
Na edição de 12 de agosto de 2026, o Google apresentou a linha Pixel 11 em quatro modelos: Pixel 11 (US$ 899), Pixel 11 Pro de 6,3 polegadas (US$ 1.099), Pixel 11 Pro XL de 6,8 polegadas (US$ 1.299) e o dobrável Pixel 11 Pro Fold (US$ 1.899), todos com 256 GB de armazenamento na configuração de entrada e preços acima dos da geração anterior. Todos usam o processador Tensor G6, primeiro chip de smartphone fabricado no nó de 2 nanômetros da TSMC, e saem de fábrica com o Android 17 e a promessa de até sete atualizações principais do sistema. O modelo básico tem tela OLED de 6,3 polegadas, bateria de 4.985 mAh, câmera principal de 48 MP e teleobjetiva de 10,8 MP com zoom óptico de 5x, em quatro cores (Frost, Obsidian, Pistachio e Hibiscus). As encomendas antecipadas abriram no dia do anúncio e a venda aberta está marcada para 20 de agosto de 2026.
O mesmo evento trouxe o Pixel Watch 5, a partir de US$ 399 na caixa de 41 mm e US$ 429 na de 45 mm (mais US$ 100 na versão com conexão celular), com chip Snapdragon W5 Gen 2 Accelerated e resumos mensais de tendências de pressão arterial e de resistência à insulina. O Google também anunciou o Pixel Tag, seu primeiro rastreador de objetos, por US$ 29 a unidade — concorrente direto do AirTag da Apple, mas apoiado na rede Find Hub do Android, com localização pelo aplicativo Find Hub ou pelo Pixel Watch e comando por voz via Gemini. O Pixel Tag só chega às lojas em 11 de novembro de 2026.
Entre os recursos de software apresentados estão a tradução de língua de sinais americana pelo Live Transcribe usando a câmera, o modo de ditado "Rambler" — que reorganiza frases longas e remove vícios de linguagem na transcrição de voz — e o acesso ao Circle to Search direto pela câmera.
Infraestrutura de rede e cabos submarinos
Além dos data centers, o Google opera uma rede própria de cabos submarinos que sustenta a busca, o YouTube e o Google Cloud. Em 11 de agosto de 2026, a empresa anunciou o Americas Connect, conjunto de investimentos em conectividade nas Américas que inclui três novos sistemas de cabos submarinos: o Alisios, ligando República Dominicana, Panamá e Chile; o Canoa, entre República Dominicana e Bermudas; e o OlaLuz, entre República Dominicana e a Flórida.
O anúncio inclui ainda uma nova ramificação do cabo Firmina, originalmente construído para conectar a América do Norte à América do Sul, com aterrissagem direta na República Dominicana. Somados aos cabos Curie, Nuvem e Sol, já em operação, os novos sistemas formam o Americas Connect, que segundo o Google amplia o alcance, a confiabilidade e a resiliência da conectividade entre regiões de nuvem geograficamente separadas, com rotas redundantes para a América do Sul e o Caribe.
Linha do tempo
- 2015: Reorganização cria a Alphabet como holding do Google e das demais apostas do grupo; Sundar Pichai assume como CEO do Google.
- 2023: Google funde os laboratórios DeepMind e Google Brain no Google DeepMind, sob comando de Demis Hassabis; o cofundador Sergey Brin, afastado da operação desde 2019, volta ao trabalho diário na empresa para atuar no desenvolvimento do Gemini.
- Dezembro de 2024: Google, em parceria com a TPG Rise Climate, apoia a Intersect em uma rodada de financiamento de mais de US$ 800 milhões.
- Dezembro de 2025: Alphabet anuncia a aquisição da desenvolvedora de energia limpa Intersect por US$ 4,75 bilhões, assumindo também suas dívidas.
- 12 de janeiro de 2026: Alphabet atinge pela primeira vez US$ 4 trilhões em valor de mercado.
- Maio de 2026: Anthropic assume compromisso de gastar US$ 200 bilhões em nuvem e chips do Google ao longo de cinco anos.
- 22 de julho de 2026: Alphabet divulga receita recorde de US$ 119,8 bilhões no segundo trimestre, com Google Cloud crescendo 82%.
- Agosto de 2026: Financial Times revela programa de financiamento de cerca de US$ 200 bilhões estruturado pelo Google para a Anthropic, com mais de US$ 150 bilhões ligados a TPUs.
- 5 de agosto de 2026: Google reorganiza a liderança de IA — Hassabis vira Chair do DeepMind e cientista-chefe da Alphabet, Kavukcuoglu assume como SVP da unidade e Jeff Dean deixa a empresa após 27 anos para fundar a Discovery Loop.
- 6 de agosto de 2026: Ask Maps, camada conversacional do Google Maps movida a Gemini, chega ao Brasil e ganha capacidades agênticas. No mesmo dia, Financial Times e Forbes descrevem a reorganização como um deslocamento do poder de decisão em IA de Londres para Mountain View, com influência crescente de Sergey Brin.
- 11 de agosto de 2026: Aplicativo Gemini ultrapassa 1 bilhão de usuários ativos mensais. No mesmo dia, o Google anuncia o Americas Connect, com três novos cabos submarinos (Alisios, Canoa e OlaLuz) nas Américas.
- 12 de agosto de 2026: No evento Made by Google, a empresa lança a linha Pixel 11 com o chip Tensor G6 de 2 nm e Android 17, o Pixel Watch 5 e o Pixel Tag, primeiro rastreador de objetos do Google.
- 13 de agosto de 2026: Google lança o Gemini 3.7 Flash, voltado a programação e agentes, com preço de API pela metade do cobrado na geração anterior até o fim de 2026.
Principais atores
- Alphabet Inc.: Empresa controladora do Google, com foco em tecnologia e investimentos estratégicos em energia limpa.
- Google: Subsidiária da Alphabet, principal usuária e impulsionadora da demanda por energia para IA e data centers.
- Sundar Pichai: CEO do Google desde 2015 e da Alphabet desde 2019.
- Sergey Brin: Cofundador do Google e membro do conselho da Alphabet; deixou a presidência da holding em 2019 e voltou ao trabalho diário na empresa em 2023 para atuar no desenvolvimento do Gemini, sem cargo executivo formal.
- Demis Hassabis: Cofundador do DeepMind, laboratório comprado pelo Google em 2014; desde agosto de 2026 é Chair do Google DeepMind e cientista-chefe da Alphabet, além de liderar a Isomorphic Labs.
- Koray Kavukcuoglu: Ex-diretor de tecnologia do Google DeepMind, promovido em agosto de 2026 a vice-presidente sênior da unidade, com reporte a Pichai e responsabilidade pelo Gemini 4.
- Jeff Dean: Cientista-chefe do Google por parte de seus 27 anos de casa; deixou a empresa em agosto de 2026 para fundar a Discovery Loop.
- Thomas Kurian: CEO do Google Cloud, divisão que cresceu 82% no segundo trimestre de 2026.
- Anthropic: Desenvolvedora do Claude, ao mesmo tempo concorrente do Gemini e maior cliente de infraestrutura de IA do Google Cloud.
- Intersect: Desenvolvedora de energia limpa adquirida pela Alphabet, com projetos de energia e data centers em desenvolvimento ou construção.
- TPG Rise Climate: Parceira do Google em rodadas de financiamento para a Intersect.
- NextEra: Companhia de serviços públicos que expandiu sua parceria com o Google Cloud para desenvolver novas fontes de energia.
Termos importantes
- Inteligência Artificial (IA): Campo da ciência da computação que se dedica ao desenvolvimento de sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana.
- Gemini: Família de modelos de IA do Google, oferecida em aplicativo para consumidores, em produtos corporativos e via API.
- TPU (Tensor Processing Unit): Chip desenvolvido pelo Google especificamente para treinar e executar modelos de inteligência artificial.
- Data Center: Instalação física que abriga sistemas de computação e equipamentos de rede, como servidores e dispositivos de armazenamento de dados.
- Capex: Investimento em bens de capital — no caso da Alphabet, sobretudo data centers, chips e infraestrutura de energia.
- Energia Limpa: Energia gerada a partir de fontes que não liberam poluentes na atmosfera, como solar, eólica e hidrelétrica.
- Gigawatt (GW): Unidade de medida de potência equivalente a um bilhão de watts, frequentemente usada para quantificar a capacidade de grandes usinas de energia.
- Pixel: Linha de hardware própria do Google — celulares, relógios, fones e rastreadores —, apresentada anualmente no evento Made by Google.
- Tensor: Família de processadores projetados pelo Google para os aparelhos Pixel; a geração G6, de 2026, é fabricada no nó de 2 nanômetros da TSMC.
- Cabo submarino: Cabo de fibra óptica assentado no leito do mar, principal meio de transporte de dados entre continentes e base da rede que sustenta os serviços do Google.
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