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Google anuncia Gemini 4 Argon para engenharia, empresas e cibersegurança

No anúncio do Google DeepMind, o Gemini 4 Argon estreia para defensores cibernéticos e terá expansão gradual a desenvolvedores, empresas e consumidores.

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Foto: Axios - Main
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30/09 às 17:31 · atualizado 17:45

Pontos principais

  • Segundo o Google DeepMind, o limite de saída do Argon subiu de 64 mil para 1 milhão de tokens.
  • Na avaliação DeepSWE v1.1 citada pelo Google, o modelo marcou 77,9% em tarefas de engenharia de software de longo prazo.
  • No AutomationBench, avaliação da Zapier reproduzida no anúncio, o Argon ficou em primeiro lugar com 51,3%.
  • No LVBench, teste de compreensão de vídeos longos, o Google informa resultado de 91,7%, descrito como estado da arte.
  • No CWE-bench v1, o Google diz que o modelo empatou em primeiro lugar com 68% na remediação de vulnerabilidades.
  • O preço introdutório anunciado é US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de saída; depois, passa a US$ 4 e US$ 20, respectivamente.
  • O anúncio prevê acesso amplo em etapas, começando por defensores cibernéticos do Fairwind e, depois, clientes pagos da API e assinantes Google AI Ultra.
  • O Google relata que agentes do Argon liberaram mais de 300 TiB de memória em data centers e estimam economia total de 500 TiB a 1 PiB após a implantação.

No anúncio, o Google DeepMind apresenta o Argon para fluxos complexos de engenharia de software, trabalho empresarial em áreas como direito e finanças, e defesa cibernética. A empresa diz que participa do processo voluntário do governo dos Estados Unidos para acesso a modelos antes do lançamento e que seguirá ajustando as salvaguardas com o retorno dos primeiros testadores. O texto não informa uma data para a expansão geral.

O Google relata que milhares de funcionários já usam o modelo em tarefas internas. Em um exemplo de computação quântica, pesquisadores teriam reduzido em 40% os recursos de espaço-tempo de um algoritmo em relação ao resultado publicado, em minutos. Em outro, agentes substituíram 32 mil linhas de código SIMD na versão Rust do decodificador libgav1; o Google afirma que o resultado ficou 2,7 vezes mais rápido, com saída de vídeo idêntica, e diz que a migração ainda passa por auditorias, testes e revisão antes de ir à produção.

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