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Presidente da FIFA é acusado de receber pagamento não declarado de US$ 1,7 mi

Documentos fiscais indicam que Gianni Infantino recebeu um bônus não reportado do comitê organizador da Copa do Mundo de 2026.

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Foto: G1 Mundo
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13/10 às 12:15, atualizado 12:34

Pontos principais

  • Gianni Infantino teria recebido US$ 1,72 milhão extra em 2024, elevando sua remuneração total para US$ 4,9 milhões.
  • O pagamento não constava nos relatórios financeiros oficiais da FIFA, gerando suspeitas de violação estatutária.
  • A FIFA negou irregularidades e afirmou que suas contas passam por auditoria independente.
  • O caso gerou desgaste político para o presidente da entidade antes das eleições de março do próximo ano.

Documentos obtidos pela imprensa indicam que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, recebeu um pagamento de US$ 1,72 milhão do comitê organizador da Copa do Mundo de 2026 que não foi incluído nos relatórios financeiros oficiais da entidade em 2024. A revelação, baseada em declarações fiscais registradas nos Estados Unidos, aponta que o montante elevou a remuneração total do dirigente para cerca de US$ 4,9 milhões no período.

A FIFA rejeitou as alegações de irregularidades e declarou que cumpre rigorosamente todas as exigências de transparência, ressaltando que a remuneração é definida por um subcomitê independente e auditada. Apesar da defesa da entidade, o episódio aumentou a pressão política sobre Infantino, que enfrenta um cenário de desgaste em associações da Europa, Ásia e América do Norte antes das eleições marcadas para março de 2025.

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