Presidente da FIFA é acusado de receber pagamento não declarado de US$ 1,7 mi
Documentos fiscais indicam que Gianni Infantino recebeu um bônus não reportado do comitê organizador da Copa do Mundo de 2026.
Pontos principais
- Gianni Infantino teria recebido US$ 1,72 milhão extra em 2024, elevando sua remuneração total para US$ 4,9 milhões.
- O pagamento não constava nos relatórios financeiros oficiais da FIFA, gerando suspeitas de violação estatutária.
- A FIFA negou irregularidades e afirmou que suas contas passam por auditoria independente.
- O caso gerou desgaste político para o presidente da entidade antes das eleições de março do próximo ano.
Documentos obtidos pela imprensa indicam que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, recebeu um pagamento de US$ 1,72 milhão do comitê organizador da Copa do Mundo de 2026 que não foi incluído nos relatórios financeiros oficiais da entidade em 2024. A revelação, baseada em declarações fiscais registradas nos Estados Unidos, aponta que o montante elevou a remuneração total do dirigente para cerca de US$ 4,9 milhões no período.
A FIFA rejeitou as alegações de irregularidades e declarou que cumpre rigorosamente todas as exigências de transparência, ressaltando que a remuneração é definida por um subcomitê independente e auditada. Apesar da defesa da entidade, o episódio aumentou a pressão política sobre Infantino, que enfrenta um cenário de desgaste em associações da Europa, Ásia e América do Norte antes das eleições marcadas para março de 2025.
