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Gestão de Infantino na FIFA enfrenta críticas após interferência de Trump

Parlamentares europeus pedem investigação sobre contatos entre Gianni Infantino e Donald Trump durante a Copa do Mundo de 2026, marcada por recorde financeiro.

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Foto: InvestNews
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07/07 às 07:15 · atualizado 13:33

Pontos principais

  • Legisladores da União Europeia questionam a neutralidade da FIFA após contatos entre Infantino e Trump antes de jogo EUA x Bélgica.
  • A FIFA projeta uma arrecadação recorde de US$ 9 bilhões com a Copa de 2026, superando em US$ 2 bilhões o torneio de 2022.
  • Intervenções políticas, incluindo pressão de Trump em decisões de arbitragem, geraram críticas internacionais à integridade da entidade.
  • O torneio de 2026 expandiu para 48 seleções, elevando a premiação total para US$ 871 milhões.
  • Apesar das polêmicas e pedidos de renúncia, Infantino mantém apoio sólido das federações nacionais para a reeleição em 2027.
  • Dados do Bank of America apontam aumento no consumo nas cidades-sede durante o evento.
  • A polêmica envolvendo o jogador Folarin Balogun intensificou o atrito diplomático entre a FIFA e governos europeus.

A gestão de Gianni Infantino à frente da FIFA atravessa um momento de instabilidade política, mesmo diante de resultados financeiros expressivos. Parlamentares da União Europeia formalizaram pedidos de investigação sobre a natureza das interações entre o presidente da entidade e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, especialmente após episódios de interferência política em decisões de arbitragem durante a Copa do Mundo de 2026. O caso, que envolveu tensões diplomáticas após decisões sobre o jogador Folarin Balogun, levantou preocupações globais sobre a autonomia da organização esportiva.

Simultaneamente, a FIFA consolidou um recorde de arrecadação de US$ 9 bilhões com o torneio, impulsionado pela expansão para 48 seleções e pelo impacto econômico nas cidades-sede. Embora a pressão política internacional e as críticas sobre a integridade do esporte tenham crescido, Infantino demonstra tranquilidade quanto à sua permanência no cargo. O dirigente, que completa dez anos no comando da entidade, conta com o respaldo das federações membros, mantendo-se como o favorito para a reeleição em 2027, enquanto tenta equilibrar os interesses comerciais da organização com as crescentes exigências por transparência e neutralidade.

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