Oi registra prejuízo de R$ 36,4 bilhões e encerra operações na B3
A operadora Oi reportou prejuízo bilionário em 2025 após a falência, resultando na exclusão de suas ações da bolsa brasileira em 2026.
Pontos principais
- Prejuízo líquido de R$ 36,37 bilhões em 2025, revertendo lucro anterior.
- Receita consolidada caiu 18%, atingindo R$ 2,60 bilhões.
- Patrimônio líquido consolidado negativo de R$ 52,69 bilhões.
- Auditoria da PwC apontou uso inadequado do pressuposto de continuidade.
- Ações foram retiradas da B3 em 16 de setembro de 2026.
A operadora Oi encerrou o ano de 2025 com um prejuízo líquido de R$ 36,37 bilhões, um contraste acentuado frente ao lucro de R$ 9,61 bilhões registrado no período anterior. A receita consolidada da companhia sofreu uma queda de 18%, caindo para R$ 2,60 bilhões, enquanto o resultado financeiro foi severamente impactado pela recomposição contábil de dívidas decorrente da decretação de sua falência. O cenário financeiro culminou em um patrimônio líquido consolidado negativo de R$ 52,69 bilhões.
Além do desempenho operacional negativo, a auditoria independente PwC emitiu uma opinião adversa sobre as demonstrações financeiras, questionando o uso do pressuposto de continuidade operacional pela empresa. Diante do agravamento da situação e da confirmação da falência pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, as ações da operadora foram oficialmente retiradas da B3 em 16 de setembro de 2026.
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