MP Eleitoral pede ao TSE remoção de desinformação sobre urnas e golpes
O Ministério Público Eleitoral acionou o TSE para conter a disseminação de vídeos falsos sobre urnas e teorias conspiratórias envolvendo embaixadas.
Pontos principais
- O MPE apresentou ações ao TSE contra a circulação de conteúdos falsos sobre o processo eleitoral.
- Uma das representações foca em um vídeo de 2018 que alega irregularidades em urnas eletrônicas.
- O órgão solicitou que a Meta adote medidas técnicas para impedir o envio do material via WhatsApp.
- Outra ação visa remover postagens que associam o fechamento de embaixadas estrangeiras a riscos de golpe.
- O MPE pede a aplicação de multas aos responsáveis e às plataformas envolvidas na disseminação.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou representações ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o objetivo de conter a disseminação de conteúdos falsos que atacam a integridade do processo eleitoral brasileiro. Entre as medidas, o órgão solicita que a Meta interrompa a circulação de um vídeo, originalmente gravado em 2018, que alega falsamente a existência de irregularidades nas urnas eletrônicas. A peça utiliza um homem que se identifica como policial para questionar a credibilidade da Justiça Eleitoral.
Além do vídeo sobre as urnas, o MPE também busca a remoção de postagens em redes sociais que associam o fechamento temporário de embaixadas e consulados dos Estados Unidos e da Austrália no Brasil a ameaças terroristas ou riscos de golpe de Estado. O órgão argumenta que tais publicações, compartilhadas por candidatos e usuários, configuram propaganda eleitoral irregular. O pedido inclui a aplicação de multas e a implementação de medidas técnicas pelas plataformas para interromper a circulação dessas informações.
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