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Flávio Bolsonaro encerra campanha do 1º turno com carreata no Rio

O candidato à Presidência realizou seu último ato de rua na zona oeste do Rio de Janeiro, com motociata e carreata entre os bairros de Campo Grande e Bangu.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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03/10 às 17:45 · atualizado 20:01

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro (PL) realizou sua última mobilização de rua antes do primeiro turno neste sábado (3).
  • A agenda oficial da campanha previa concentração às 15h na Estrada Professor Daltro Santos, 01, em Campo Grande, e chegada à Praça da Fé, em Bangu.
  • Apoiadores e aliados políticos, como Douglas Ruas e Carlos Jordy, acompanharam o percurso.
  • O ato terminou em frente à Paróquia São Sebastião e Santa Cecília, em Bangu, gerando críticas de fiéis devido ao horário de uma missa.
  • Houve um princípio de discussão entre apoiadores do candidato e um grupo ligado ao PT ao final da mobilização.
  • Durante a campanha, Flávio Bolsonaro defendeu mudanças no Poder Judiciário e criticou o Congresso Nacional.
  • O candidato também acionou a Justiça Eleitoral para rebater boatos sobre sua posição religiosa.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) encerrou sua campanha de rua para o primeiro turno das eleições de 2026 com uma carreata e motociata na zona oeste do Rio de Janeiro neste sábado (3). O trajeto, que ligou os bairros de Campo Grande e Bangu, contou com a presença de aliados políticos, incluindo os candidatos Douglas Ruas e Carlos Jordy. A mobilização marcou o último esforço presencial do candidato antes da votação, em um momento em que pesquisas de intenção de voto indicam um cenário de empate técnico na disputa presidencial.

O encerramento do ato ocorreu em frente à Paróquia São Sebastião e Santa Cecília, em Bangu, o que gerou incômodo entre integrantes da igreja devido à coincidência com o horário de uma missa. Além do tumulto local, houve um princípio de discussão entre apoiadores de Flávio e um grupo ligado ao PT ao final do evento. Durante a campanha, o candidato do PL também utilizou seus discursos para sinalizar a necessidade de mudanças no Poder Judiciário e criticar a atuação do Congresso Nacional, além de buscar a Justiça Eleitoral para combater desinformação sobre sua postura religiosa.

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