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Copiloto da Flydubai havia sido banido de voar em Omã por extremismo

Apuração do WSJ revela que Hamam al-Hammami foi proibido de voar em Omã por visões radicais, mas foi contratado pela FlyDubai para a rota entre os Emirados Árabes Unidos e Israel.

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Foto: G1 Mundo
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03/10 às 02:00, atualizado 09:45

Pontos principais

  • Pessoas familiarizadas com o caso disseram ao WSJ que Omã proibiu Hamam al-Hammami de voar por preocupações de que tivesse adotado visões ideológicas radicais.
  • Apesar da proibição, a FlyDubai contratou o piloto, que passou a voar na rota entre os Emirados Árabes Unidos e Israel, descrita pela reportagem como sensível.
  • Outras pessoas informadas sobre a investigação identificaram o alegado agressor como Hamam al-Hammami, cidadão omanense.
  • O WSJ relata que o copiloto esfaqueou o comandante do voo 1073 e fez a aeronave mergulhar em direção ao solo.
  • Ainda não está claro quais verificações de antecedentes foram realizadas pela companhia aérea antes de autorizar o piloto a operar voos para Israel.

Segundo apuração do Wall Street Journal, Omã havia proibido Hamam al-Hammami de voar por preocupações de que tivesse adotado visões ideológicas radicais. Pessoas familiarizadas com o caso disseram ao jornal que a FlyDubai o contratou apesar da proibição, permitindo que atuasse na rota entre os Emirados Árabes Unidos e Israel, descrita pela reportagem como sensível.

O jornal identificou al-Hammami como cidadão omanense e relatou que ele esfaqueou o comandante do voo 1073, fazendo a aeronave mergulhar em direção ao solo. O caso levanta questionamentos sobre quais verificações de antecedentes foram realizadas pela empresa antes de o piloto ser autorizado a realizar voos para o território israelense. As informações sobre a proibição e a contratação foram atribuídas a fontes próximas ao caso, enquanto a identificação do piloto veio de pessoas informadas sobre o andamento da investigação.

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