Copiloto que atacou voo da FlyDubai tinha histórico de extremismo
Hamam al-Hammami, copiloto que esfaqueou o capitão em voo para Israel, já havia sido proibido de voar em Omã por suspeitas de radicalização.
Pontos principais
- O copiloto Hamam al-Hammami foi identificado como o autor do ataque contra o capitão durante um voo da FlyDubai.
- O profissional já tinha sido impedido de exercer a função em Omã devido a preocupações com visões extremistas.
- O voo, que transportava 182 pessoas, realizou um pouso de emergência na Arábia Saudita após o ataque ser contido.
- Autoridades dos Emirados Árabes Unidos classificaram o incidente como um ato terrorista.
- Investigações apuram como o copiloto foi contratado pela companhia aérea apesar do histórico de restrições.
O copiloto da FlyDubai, identificado como o omanense Hamam al-Hammami, foi apontado como o responsável por esfaquear o capitão de um voo com destino a Tel Aviv. A aeronave, que transportava 182 pessoas, precisou realizar um pouso de emergência na Arábia Saudita após passageiros e tripulantes conterem o agressor. O conselheiro diplomático dos Emirados Árabes Unidos, Anwar Gargash, classificou o episódio como um ato terrorista, enquanto as autoridades locais investigam possíveis conexões do suspeito com grupos extremistas.
Relatórios indicam que al-Hammami já havia sido proibido de voar em seu país natal, Omã, devido a preocupações com suas visões extremistas. O caso gerou questionamentos sobre os processos de verificação de antecedentes realizados pela FlyDubai no momento da contratação do profissional. As investigações seguem em curso para determinar se o copiloto agiu de forma isolada ou se possuía vínculos organizados com células radicais.
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