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Copiloto esfaqueia comandante em voo da Flydubai e é contido por passageiros

Um voo da Flydubai entre Dubai e Tel Aviv foi desviado para a Arábia Saudita após o copiloto atacar o comandante, forçando uma intervenção de passageiros. Autoridades investigam agora a suspeita de radicalização islâmica como motivação para o crime.

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Foto: G1 Mundo
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01/10 às 07:45, atualizado 02/10 às 09:40

Pontos principais

  • O voo FZ 1073 da Flydubai, que seguia de Dubai para Tel Aviv, sofreu um confronto na cabine de comando em 30 de setembro.
  • O copiloto esfaqueou o comandante, levando a aeronave a uma perda brusca de altitude de cerca de 4.300 metros em 30 segundos.
  • Passageiros e tripulantes que viajavam a bordo intervieram, neutralizaram o agressor e auxiliaram na estabilização do voo.
  • A aeronave realizou um pouso de emergência em segurança no aeroporto de Tabuk, na Arábia Saudita.
  • O agressor, um cidadão de Omã, foi preso e está sob interrogatório das autoridades sauditas.
  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o copiloto aparentemente tentou sabotar os sistemas da aeronave.
  • Investigações recentes indicam que o copiloto teria passado por um processo de doutrinação radical islâmica antes do ataque.
  • O governo israelense anunciou que condecorará cinco passageiros pela atuação heroica na contenção do agressor.
  • A Flydubai suspendeu temporariamente as operações na rota entre Dubai e Tel Aviv enquanto as investigações prosseguem.
  • Autoridades buscam determinar se o ataque foi um ato isolado ou parte de um planejamento coordenado.

Um grave incidente de segurança ocorreu no voo FZ 1073 da Flydubai, que realizava a rota entre Dubai e Tel Aviv no dia 30 de setembro. Durante o trajeto, o copiloto da aeronave esfaqueou o comandante, desencadeando uma situação de emergência crítica que forçou o avião a perder cerca de 4.300 metros de altitude em apenas 30 segundos. Segundo relatos, a aeronave entrou em uma trajetória de mergulho antes de ser estabilizada por uma tripulação de reserva que estava a bordo.

A situação foi controlada após o comandante ferido conseguir destrancar a porta da cabine, permitindo a entrada de passageiros e tripulantes que neutralizaram o agressor. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou que o copiloto, um cidadão de Omã, tentou sabotar os sistemas de voo durante o ataque. A aeronave conseguiu realizar um pouso de emergência em segurança no aeroporto de Tabuk, na Arábia Saudita, onde o suspeito foi detido pelas autoridades locais para interrogatório.

Em reconhecimento à bravura demonstrada durante o incidente, o governo de Israel anunciou que condecorará cinco passageiros que foram fundamentais para impedir um desastre aéreo. Entre os homenageados estão Yaniv Hayoun, Zvika Manes, Asaf Rajuan, Shota Musayev e Tali Manes, que atuaram diretamente na contenção do copiloto ou no socorro ao comandante ferido. O capitão da aeronave, identificado como Smit Machchhar, recebeu atendimento médico e encontra-se em recuperação.

As motivações por trás do ataque permanecem sob investigação pelas autoridades dos Emirados Árabes Unidos, em colaboração com órgãos internacionais. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou publicamente que o copiloto teria passado por um processo de doutrinação radical islâmica, o que elevou o nível de preocupação das autoridades sobre a segurança da aviação comercial na região. Embora o governo israelense trate o episódio com gravidade, ainda não há confirmação oficial sobre vínculos diretos do agressor com organizações extremistas.

Como medida preventiva, a Flydubai suspendeu temporariamente todos os seus voos na rota entre Dubai e Tel Aviv até que as apurações sejam concluídas. O caso segue sob análise rigorosa de agências de inteligência, que buscam entender se houve falhas nos protocolos de segurança da companhia aérea ou se o agressor agiu de forma independente. A empresa informou que está cooperando integralmente com as investigações conduzidas pelas autoridades sauditas e pelos órgãos reguladores internacionais.

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