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Autoridades investigam se ataque em voo da Flydubai foi terrorismo

Investigadores dos Emirados Árabes Unidos e de Israel apuram se o esfaqueamento de um piloto por seu colega no voo FZ1073 configura um ato terrorista.

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Foto: G1 Mundo
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30/09 às 19:01, atualizado 01/10 às 05:45

Pontos principais

  • O voo FZ1073 partiu de Dubai com destino a Tel Aviv em 30 de setembro de 2026.
  • Um piloto esfaqueou seu colega na cabine de comando e tentou derrubar o avião.
  • Passageiros e tripulantes invadiram a cabine para conter o agressor e estabilizar a aeronave.
  • A GCAA confirmou o pouso de emergência em Tabuk, na Arábia Saudita, após o incidente de segurança.
  • A Flydubai informou que as causas e motivações do ocorrido seguem sob investigação formal.
  • Tripulantes feridos foram encaminhados para atendimento hospitalar após o pouso.
  • A Embaixada de Israel na Austrália confirmou a presença de cidadãos australianos a bordo.
  • Autoridades dos Emirados Árabes Unidos e de Israel investigam se o ataque foi uma atividade terrorista.

A Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos (GCAA) classificou o episódio ocorrido no voo FZ1073 como um grave incidente de segurança. A aeronave, que transportava mais de 170 passageiros de Dubai para Tel Aviv, realizou um pouso de emergência em Tabuk, na Arábia Saudita, após um piloto esfaquear o outro na cabine de comando. Relatos indicam que o agressor tentou derrubar o avião durante o trajeto, forçando uma intervenção imediata de tripulantes e passageiros que invadiram o cockpit para retomar o controle da aeronave.

Em comunicado oficial, a Flydubai detalhou que a equipe a bordo conseguiu estabilizar o voo e garantir o desvio seguro para o aeroporto saudita. A companhia aérea confirmou que todos os passageiros e tripulantes foram contabilizados e estão em segurança, embora alguns membros da tripulação tenham sofrido ferimentos durante o confronto e precisado de assistência médica hospitalar. Entre os passageiros a bordo, a Embaixada de Israel na Austrália confirmou a presença de um casal de Sydney, que acompanhava o desenrolar da situação após o desvio da rota original.

Equipes da GCAA, em cooperação com autoridades israelenses, seguem trabalhando para esclarecer as circunstâncias do caso e determinar se o ataque pode ser classificado como uma atividade terrorista. Enquanto a investigação formal prossegue, a companhia aérea reforçou que as motivações exatas do incidente ainda não foram totalmente determinadas. A autoridade reguladora solicitou que o público evite a propagação de informações não oficiais e aguarde a conclusão das apurações sobre este episódio que colocou em risco a segurança de centenas de pessoas.

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