Reta final da campanha presidencial é marcada por ataques e novas alianças
Lula intensifica críticas a Flávio Bolsonaro, que recebe apoio de Pablo Marçal, enquanto candidatos debatem regras para a TV.
Pontos principais
- Lula acusou Flávio Bolsonaro de envolvimento com milícias e lavagem de dinheiro.
- Pablo Marçal oficializou apoio a Flávio Bolsonaro e integrará a equipe de campanha.
- Romeu Zema garantiu presença no debate da TV Globo após decisão judicial.
- Augusto Cury sinalizou possibilidade de perdão presidencial a Jair Bolsonaro.
- Lula propôs o fim da escala 6x1 e a proibição de plataformas de apostas.
A corrida presidencial brasileira entra em sua fase decisiva com um acirramento nos ataques entre o presidente Lula e o candidato Flávio Bolsonaro. Durante a campanha, Lula associou o adversário a esquemas de lavagem de dinheiro e milícias, ao mesmo tempo em que apresentou propostas como o fim da escala de trabalho 6x1 e o banimento de plataformas de apostas. Em resposta, o campo da direita consolidou uma nova aliança com a entrada de Pablo Marçal na equipe de Flávio Bolsonaro, embora nomes como Ronaldo Caiado e Romeu Zema tenham descartado desistir de suas candidaturas.
O cenário eleitoral também enfrenta disputas judiciais sobre a participação em debates televisivos, com Romeu Zema obtendo autorização para integrar o evento da TV Globo. Enquanto isso, a campanha de Renan Santos prepara recurso ao TSE para garantir o mesmo direito. Paralelamente, o candidato Augusto Cury gerou repercussão ao admitir a possibilidade de conceder um perdão presidencial a Jair Bolsonaro, caso vença o pleito.
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