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Exportações de petróleo bruto em Ormuz retomam níveis pré-guerra

Volume de petróleo bruto no Estreito de Ormuz volta ao patamar anterior ao conflito, enquanto oferta de combustíveis refinados segue restrita.

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Foto: Times Brasil
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30/09 às 16:15 · atualizado 17:33

Pontos principais

  • Volume de petróleo bruto no Estreito de Ormuz atingiu média de 13,5 milhões de barris por dia.
  • Oferta de produtos refinados permanece limitada, com apenas 677 mil barris diários frente aos 3,6 milhões pré-guerra.
  • Mais de 70% do petróleo bruto é transferido entre navios-tanque para mitigar riscos de ataques na região.
  • Preços do petróleo WTI e Brent subiram após relatos de um navio-tanque atingido por projétil no Estreito.
  • Governo dos EUA avalia restrições à exportação de diesel devido à escassez interna e pressão política.

O fluxo de petróleo bruto através do Estreito de Ormuz recuperou-se e atingiu a média de 13,5 milhões de barris por dia, retornando aos níveis registrados antes do início do conflito na região. Apesar da normalização no volume de óleo bruto, a oferta de combustíveis refinados permanece severamente limitada, situando-se em 677 mil barris diários, um patamar significativamente inferior aos 3,6 milhões de barris por dia observados no período pré-guerra.

A instabilidade geopolítica entre os Estados Unidos e o Irã continua a impactar o setor, com relatos recentes de um navio-tanque atingido por um projétil no Estreito de Ormuz, o que impulsionou a alta dos preços do petróleo WTI e Brent. Para reduzir a exposição a ataques, mais de 70% do petróleo bruto transportado em agosto passou por transferências entre navios na costa dos Emirados Árabes Unidos e de Omã.

Diante do cenário de escassez de destilados, o presidente Donald Trump avalia a implementação de um embargo às exportações de diesel para atender à demanda interna e aliviar pressões políticas. A situação é agravada pela proibição de exportações de combustíveis mantida pela Rússia, mantendo o mercado global em alerta enquanto dados do Departamento de Energia dos EUA indicam estoques de gasolina e destilados em queda.

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