Projeto de lei propõe penas mais rígidas para crimes contra ciclistas
Proposta na Câmara dos Deputados visa aumentar punições para motoristas que causarem mortes ou lesões em pedestres e ciclistas sob agravantes.
Pontos principais
- O projeto de lei 3081/26 altera o Código de Trânsito Brasileiro para elevar penas em casos de homicídio ou lesão corporal.
- Agravantes como embriaguez, excesso de velocidade e omissão de socorro podem elevar a pena de homicídio culposo em até 2/3.
- A pena máxima para homicídio culposo no trânsito pode atingir 6 anos e 8 meses de prisão.
- A punição para motoristas que fugirem do local do acidente passará de detenção para reclusão de 1 a 4 anos.
- A matéria tramita em caráter conclusivo nas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça.
O projeto de lei 3081/26, em análise na Câmara dos Deputados, busca endurecer as punições para motoristas envolvidos em acidentes com pedestres e ciclistas. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro para estabelecer que fatores como embriaguez, excesso de velocidade, rachas e manobras proibidas funcionem como agravantes, podendo elevar a pena de homicídio culposo em até dois terços, totalizando até 6 anos e 8 meses de reclusão.
Além do aumento das penas para homicídios, o texto propõe uma mudança significativa para condutores que se omitem após o atropelamento. A fuga do local do acidente, que atualmente é tratada como detenção de seis meses a um ano, passaria a ser classificada como crime de reclusão, com pena de um a quatro anos. O projeto segue agora para análise das comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça antes de ser encaminhado ao Senado.
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