Ministério Público do Trabalho processa Rico Melquíades por assédio eleitoral
Influenciador é alvo de ação de R$ 5 milhões por suposta pressão política contra funcionárias e exposição indevida de dados em redes sociais.
Pontos principais
- MPT em Alagoas pede indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos.
- Justiça do Trabalho proibiu o influenciador de praticar assédio eleitoral sob pena de multa.
- Acusação aponta pressão sobre funcionárias por divergências políticas e exposição de dados.
- Rico Melquíades afirma que as envolvidas são familiares e que houve consentimento nos vídeos.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas ajuizou uma ação civil pública contra o influenciador digital Rico Melquíades, solicitando uma indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos. O órgão acusa o influenciador de praticar assédio eleitoral, alegando que ele teria pressionado funcionárias devido a divergências políticas e exposto dados pessoais das envolvidas em suas redes sociais para obter engajamento. Em resposta, a Justiça do Trabalho concedeu uma tutela provisória de urgência que proíbe o influenciador de realizar novas condutas de assédio, estabelecendo uma multa de R$ 300 mil por cada infração cometida.
Em sua defesa, Rico Melquíades utilizou as redes sociais para se retratar sobre o caso. O influenciador declarou que as mulheres mencionadas no processo são, na verdade, membros de sua família e que todos os vídeos publicados foram produzidos com o devido consentimento das partes. O caso segue sob análise judicial para determinar a procedência das acusações apresentadas pelo MPT.
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