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Terror psicológico e pressão econômica dominam assédio eleitoral

Estudo do TST aponta que coação de funcionários por empregadores utiliza terror psicológico e pressão financeira como principais ferramentas.

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Foto: G1 Política
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18/08 às 05:45 · atualizado 15:33

Pontos principais

  • Pesquisa do TST analisou 138 processos judiciais sobre assédio eleitoral no ambiente de trabalho.
  • Terror psicológico está presente em 81,9% dos casos, enquanto a pressão econômica aparece em 61,6%.
  • O assédio institucional, com participação da alta administração, ocorre em 92% dos processos.
  • Redes sociais e WhatsApp são os meios mais utilizados para monitoramento e propaganda obrigatória.
  • O Ministério Público do Trabalho registrou 4.273 denúncias de assédio eleitoral nos ciclos de 2022 e 2024.

Uma pesquisa inédita do Tribunal Superior do Trabalho (TST) revelou que o terror psicológico e a pressão econômica são os métodos mais frequentes de assédio eleitoral nas empresas brasileiras. O levantamento, baseado na análise de 138 processos judiciais, indica que 92% das ocorrências possuem caráter institucional, contando com o envolvimento direto da alta administração. O uso de redes sociais e aplicativos de mensagens para monitorar funcionários e exigir propaganda política tornou-se uma prática comum no ambiente corporativo. Embora o Ministério Público do Trabalho tenha registrado uma queda de 73,2% nas denúncias entre 2022 e 2024, o Judiciário mantém o combate à prática como prioridade. Diante da persistência do problema, a Justiça do Trabalho implementou mecanismos de monitoramento em tempo real e iniciou uma campanha preventiva em 2026 para coibir a coação de trabalhadores durante os períodos eleitorais.

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