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Trump classifica desequilíbrio do dólar canadense como inaceitável

O presidente Donald Trump afirmou que a disparidade cambial entre o dólar canadense e a moeda americana não será mais tolerada, elevando tensões comerciais.

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Foto: Times Brasil
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06/09 às 11:01, atualizado 15:01

Pontos principais

  • Donald Trump utilizou a rede social Truth Social para criticar o desequilíbrio cambial com o Canadá.
  • O presidente americano afirmou que a situação perdura por anos e não será mais aceita.
  • Trump defende a aplicação de tarifas para recuperar empregos e investimentos industriais nos EUA.
  • O governo americano alega que o Canadá teria retirado 20% da indústria automotiva dos Estados Unidos.
  • O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, declarou disposição para negociar um novo acordo comercial.
  • Dados da Statistics Canada mostram queda de 6,6% nas exportações canadenses para os EUA em julho.
  • O Canadá busca preservar a competitividade de suas cadeias automotiva e siderúrgica nas tratativas.

O presidente Donald Trump declarou, por meio de uma publicação na rede social Truth Social, que o atual desequilíbrio cambial entre o dólar canadense e a moeda americana é inaceitável. Segundo o mandatário, a situação, que ele afirma persistir há anos, não será mais tolerada por sua administração. A declaração ocorre em um momento de escalada nas tensões comerciais entre Washington e Ottawa, com o presidente americano defendendo a implementação de tarifas como ferramenta para repatriar empregos e investimentos industriais para os Estados Unidos. Trump sustenta que o Canadá teria sido responsável pela perda de 20% da capacidade da indústria automotiva americana.

Em resposta, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, sinalizou que o país está aberto a negociar um acordo comercial, desde que as condições preservem a competitividade dos setores automotivo e siderúrgico canadenses. O cenário de incerteza econômica é acompanhado por dados recentes da Statistics Canada, que registraram uma redução no superávit comercial do país em julho, impulsionada por uma queda de 6,6% nas exportações destinadas ao mercado americano. A postura de Trump intensifica o debate sobre a política externa e comercial entre os dois países vizinhos.

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