Governo Trump amplia sanções contra Palestine Action e outros grupos
EUA designam Palestine Action, Autistici Inventati e Masar Badil como terroristas, bloqueando ativos e proibindo transações financeiras com essas entidades.
Pontos principais
- O governo dos EUA classificou a Palestine Action como organização terrorista global, impondo sanções financeiras e restrições de entrada.
- A medida também atinge o grupo italiano Autistici Inventati e a rede transnacional Masar Badil, acusados de promover atos violentos.
- As sanções congelam ativos sob jurisdição americana e proíbem cidadãos dos EUA de fornecerem fundos ou serviços aos grupos designados.
- O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que a ação visa desmantelar as redes de suporte financeiro a grupos extremistas.
- Membros da Palestine Action, incluindo os cofundadores Richard Barnard e Huda Ammori, estão proibidos de entrar no país.
- A decisão americana alinha-se à postura do Reino Unido, que proscrito o grupo em 2025 após ataques a instalações militares.
O governo do presidente Donald Trump expandiu sua ofensiva contra grupos de ação direta ao designar a organização britânica Palestine Action como uma entidade terrorista global. A medida, coordenada pelo Departamento do Tesouro, estende as sanções para incluir o grupo italiano Autistici Inventati e a rede transnacional Masar Badil. Sob a nova diretriz, todos os ativos dessas organizações sob jurisdição americana foram congelados, e cidadãos dos Estados Unidos estão proibidos de realizar qualquer transação financeira ou fornecer suporte material a essas entidades. Além das restrições econômicas, os líderes da Palestine Action, como Richard Barnard e Huda Ammori, enfrentam banimento vitalício de entrada em território americano.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, justificou a medida como um esforço necessário para cortar o financiamento de grupos que promovem táticas de vandalismo e invasões. A decisão reflete um endurecimento da política externa americana, alinhando Washington às ações tomadas pelo Reino Unido em 2025, quando a Palestine Action foi proscrita. Embora a designação tenha sido recebida com críticas por organizações de direitos humanos, o governo Trump mantém a classificação como parte de sua estratégia de segurança nacional contra o que denomina redes de extrema-esquerda ligadas a atos violentos.
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