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Polícia de Londres prende 48 pessoas em protesto pró-Palestine Action

A Polícia Metropolitana de Londres prendeu manifestantes em frente à Embaixada dos EUA, no Reino Unido, depois de avisar que quem fosse ao ato de apoio ao Palestine Action poderia ser preso.

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Foto: G1 Mundo
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31/10 às 16:45, atualizado 17:01

Pontos principais

  • A Polícia Metropolitana prendeu 48 pessoas durante ato de apoio ao Palestine Action em frente à Embaixada dos EUA.
  • A Met avisou em 30 de outubro que quem comparecesse ao ato poderia ser preso, mesmo sem segurar cartaz.
  • Organizadores e quem presta apoio logístico também podem cometer crime, segundo o comandante Adam Slonecki.
  • A Corte de Apelação manteve em junho de 2026 a proscrição do grupo, em vigor desde junho de 2025.
  • Segundo a Met, apoiar o grupo é crime sob o Terrorism Act, com pena de até 14 anos de prisão.
  • Em Edimburgo, uma vigília em frente ao consulado dos EUA não teve relato de prisões, mas a Polícia da Escócia investiga a identidade de participantes.
  • A Suprema Corte britânica deve analisar, em 4 de novembro, recurso contra a designação do grupo como terrorista.

A Polícia Metropolitana de Londres prendeu 48 pessoas neste sábado (31) em um protesto em frente à Embaixada dos Estados Unidos, no Reino Unido. Os manifestantes expressavam apoio ao Palestine Action, grupo que o governo britânico proibiu em junho de 2025 como organização terrorista. Segundo a Met, apoiar o grupo é crime sob o Terrorism Act, com pena de até 14 anos de prisão.

A polícia havia avisado, em 30 de outubro, que quem comparecesse ao ato convocado pela Defend Our Juries poderia ser preso, mesmo sem segurar cartaz. Segundo o comandante Adam Slonecki, organizadores e quem presta apoio logístico também podem cometer crime, e a operação não visa impedir a expressão de opiniões.

Em Edimburgo, uma vigília em frente ao consulado dos EUA não teve relato de prisões, mas a Polícia da Escócia investiga participantes. A Corte de Apelação manteve a proscrição em junho de 2026, e a Suprema Corte deve analisar um recurso contra a designação em 4 de novembro. Fundado em 2020, o Palestine Action tem histórico de ações diretas contra instalações militares e empresas de defesa.

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