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Rússia liberta cidadão americano Stephen Hubbard após pedido de Trump

O presidente Vladimir Putin ordenou a soltura do americano Stephen Hubbard, detido desde 2022, durante reunião com o enviado especial Steve Witkoff.

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Foto: G1 Mundo
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21/10 às 06:31, atualizado 09:32

Pontos principais

  • O presidente Vladimir Putin confirmou a libertação de Stephen Hubbard durante encontro com Steve Witkoff em São Petersburgo.
  • Hubbard, um professor americano de 74 anos, foi levado ao Aeroporto de Pulkovo após o anúncio da soltura.
  • O cidadão americano cumpria pena de quase sete anos após condenação por atuar como mercenário na Ucrânia.
  • A libertação ocorreu após um pedido direto do presidente Donald Trump ao governo russo.
  • Steve Witkoff, enviado especial de Trump, agradeceu a Putin pela decisão, classificando-a como um gesto humanitário.
  • O governo dos Estados Unidos havia classificado anteriormente a detenção de Hubbard como injusta.

O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a libertação do cidadão americano Stephen Hubbard durante uma reunião oficial em São Petersburgo com Steve Witkoff, enviado especial do presidente Donald Trump. O encontro, que teve como pauta central as discussões sobre o fim da guerra na Ucrânia, culminou na confirmação de que Hubbard já se encontrava no Aeroporto de Pulkovo para retornar aos Estados Unidos. O americano, de 74 anos, estava detido desde 2022 e havia sido condenado em 2024 a uma pena de quase sete anos em uma colônia penal, sob a acusação de ter atuado como mercenário a serviço das forças ucranianas.

A soltura de Hubbard foi atendida após um pedido formal realizado pelo presidente Donald Trump ao governo russo. Durante a reunião, Witkoff agradeceu a Putin pela medida, descrevendo o gesto do líder russo como uma decisão de cunho humanitário. A libertação é acompanhada por um momento de reconfiguração nas relações diplomáticas entre Washington e Moscou, que inclui negociações sobre o conflito ucraniano e ajustes em sanções econômicas, sinalizando uma tentativa de aproximação entre as duas potências sob a atual gestão americana.

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