Rússia liberta ex-fuzileiro naval americano Robert Gilman
O governo russo concedeu perdão humanitário ao ex-fuzileiro Robert Gilman, que estava preso desde 2022 após condenação por agressão a policial.
Pontos principais
- Robert Gilman, de 32 anos, cumpria pena de quatro anos e meio em uma prisão na cidade de Voronezh.
- O perdão presidencial foi concedido por Vladimir Putin sob justificativa de razões humanitárias.
- Autoridades russas relataram que o ex-militar apresentava um estado de saúde grave, descrito como catatônico.
- A família de Gilman sempre contestou a acusação de agressão que levou à sua detenção em 2022.
- O governo dos EUA pressionava pela soltura do ex-fuzileiro devido à sua condição física debilitada.
O governo da Rússia libertou o ex-fuzileiro naval americano Robert Gilman, de 32 anos, após o presidente Vladimir Putin assinar um decreto de perdão por motivos humanitários. Gilman estava detido no país desde 2022, quando foi condenado a quatro anos e meio de prisão sob a acusação de agredir um policial na cidade de Voronezh. A família do ex-militar sempre negou a veracidade das acusações feitas pelas autoridades russas durante o processo judicial. A decisão de Moscou foi classificada pelo Kremlin como um gesto de boa vontade, motivado principalmente pelo estado de saúde crítico de Gilman, que, segundo relatos, estaria em um estado catatônico. O caso era acompanhado de perto pelo Departamento de Estado dos EUA, que mantinha pressão diplomática pela soltura do cidadão americano em razão da deterioração de sua condição física. A libertação ocorre em um momento de tensões diplomáticas elevadas entre Moscou e Washington, refletindo a complexidade das relações bilaterais sob a administração do presidente Donald Trump. O desfecho do caso é visto como um movimento pontual de distensão, embora o contexto geopolítico entre as duas potências permaneça desafiador.
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