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Rússia liberta ex-fuzileiro americano Robert Gilman após acordo com Trump

O presidente Donald Trump anunciou a libertação de Robert Gilman, detido na Rússia há quatro anos, após negociações diretas com Vladimir Putin sem troca de prisioneiros.

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Foto: G1 Mundo
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11/08 às 12:31, atualizado 14:45

Pontos principais

  • Robert Gilman, de 32 anos, cumpria pena de quatro anos e meio em uma prisão na cidade de Voronezh.
  • O perdão presidencial foi concedido por Vladimir Putin sob justificativa de razões humanitárias.
  • A libertação ocorreu após negociações diretas entre o presidente Donald Trump e o líder russo.
  • O governo dos EUA confirmou que a Rússia não solicitou nenhum prisioneiro em troca pela soltura.
  • Autoridades russas relataram que o ex-militar apresentava um estado de saúde grave, descrito como catatônico.
  • A família de Gilman e grupos de defesa alertaram repetidamente sobre o estado de saúde precário durante o encarceramento.
  • O anúncio da soltura foi feito pelo presidente Trump através de sua rede social, Truth Social.

O governo da Rússia libertou o ex-fuzileiro naval americano Robert Gilman, de 32 anos, após o presidente Vladimir Putin assinar um decreto de perdão por motivos humanitários. Gilman estava detido no país há quatro anos, tendo sido condenado a uma pena de quatro anos e meio sob a acusação de agredir um policial na cidade de Voronezh, alegação que sempre foi contestada por sua família. A decisão de Moscou foi justificada pelo Kremlin como um gesto de boa vontade, motivado pelo estado de saúde crítico do ex-militar, que, segundo relatos, apresentava um quadro catatônico durante o período de reclusão.

O presidente Donald Trump confirmou a libertação por meio da rede social Truth Social, destacando que o desfecho foi alcançado após negociações diretas com o governo russo. Segundo informações da Casa Branca, a Rússia não solicitou qualquer contrapartida ou troca de prisioneiros para efetivar a soltura. O caso era acompanhado de perto pelo Departamento de Estado dos EUA, que mantinha pressão diplomática pela liberação do cidadão americano em razão da deterioração de sua condição física. Embora detalhes logísticos sobre o retorno de Gilman ainda não tenham sido divulgados, a medida é vista como um movimento pontual de distensão nas relações diplomáticas entre Washington e Moscou.

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