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Trump concede isenções a sanções contra a Rússia e gera críticas

Nos Estados Unidos, Donald Trump dispensou por ordem executiva as tarifas e sanções da Lei Graham ligadas à Rússia, e a medida enfrenta críticas de republicanos e de aliados da Ucrânia.

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19/10 às 08:31, atualizado 18:15

Pontos principais

  • Trump assinou a ordem em 16 de outubro, com base na Lei Lindsey O. Graham, sancionada em 18 de setembro.
  • Trump dispensa o aumento de 500% na alíquota sobre bens de origem russa.
  • Trump dispensa o aumento de 100% sobre bens dos cinco maiores importadores de petróleo e gás russos que façam novas compras a partir de 18 de outubro.
  • Trump dispensa também o aumento de 100% sobre bens dos cinco principais facilitadores de evasão de sanções russas.
  • Trump dispensa sanções contra pessoas estrangeiras e restrições a pessoas previstas nas seções 102(a), 102(d), 102(e), 103 a 111 e 117 da lei.
  • Trump enviou ao Congresso a certificação de que a dispensa atende ao interesse nacional, com relatório que explica a base da decisão.
  • Trump ressalva que a ordem não afeta as sanções de emergência sobre atividades nocivas do governo russo, renovadas em 24 de março de 2026, inclusive contra as pessoas já sancionadas por elas.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump dispensou a aplicação de tarifas e sanções da lei sancionada em setembro, o que provocou críticas imediatas de legisladores do Partido Republicano no Capitol Hill e de congressistas que defendem o apoio à Ucrânia. Diante da repercussão entre aliados, Trump defendeu a decisão.

A dispensa vale até que o presidente ou o secretário de Estado, consultando o Tesouro e o Representante de Comércio dos EUA (USTR) quando couber, determine que outra ação é cabível, e a ordem não fixa prazo para isso. Os cinco maiores importadores não são nomeados no texto; o USTR deve monitorar as compras e informar o presidente.

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