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Protestos na França deixam 1.800 presos e centenas de feridos

Manifestações contra o custo de vida e condições escolares escalaram para violência, saques e incêndios em diversas cidades francesas, resultando em 1.800 prisões.

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Foto: The Guardian
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18/10 às 05:45, atualizado 08:31

Pontos principais

  • Cerca de 550 mil pessoas participaram de protestos em todo o território francês.
  • O ministro do Interior, Laurent Nuñez, confirmou a prisão de 1.800 pessoas após os distúrbios.
  • Mais de 500 policiais, gendarmes e bombeiros ficaram feridos durante os confrontos.
  • Manifestantes de ultraesquerda atacaram prédios públicos e forças de segurança em várias cidades.
  • Saques e depredações foram registrados em Paris, Marselha, Lyon, Bordeaux, Rennes e outras localidades.
  • Edifícios públicos, como a prefeitura de Limoges, foram alvo de incêndios e danos estruturais.
  • O presidente Emmanuel Macron condenou a violência e afirmou que os responsáveis serão processados.

Uma onda de protestos contra o custo de vida e as condições escolares na França resultou em episódios de violência generalizada, levando à prisão de 1.800 pessoas. Segundo o ministro do Interior, Laurent Nuñez, grupos de ultraesquerda iniciaram ataques contra prédios públicos e forças de segurança em Marselha, sendo seguidos por atos de vandalismo e saques cometidos por delinquentes em diversas cidades, incluindo Paris, Lyon, Bordeaux e Estrasburgo. O balanço oficial aponta que mais de 500 policiais, gendarmes e bombeiros ficaram feridos durante as ações, que também causaram danos severos a estabelecimentos comerciais e infraestruturas administrativas.

O presidente Emmanuel Macron condenou os atos, classificando a desordem como inaceitável e garantindo que os responsáveis pelos saques e depredações serão processados. Enquanto a prefeita de Paris descreveu ruas inteiras como devastadas, proprietários de lojas relataram prejuízos financeiros significativos devido à destruição de fachadas e perda de mercadorias. As autoridades seguem com investigações em curso para identificar os autores dos crimes, enquanto o governo reforça que, embora o direito à manifestação seja fundamental, a violência concertada contra o patrimônio público e as forças de segurança não será tolerada.

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