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Aliados de Trump discutem lei marcial em meio a temores eleitorais

Figuras do movimento MAGA defendem medidas extraordinárias para as eleições de meio de mandato, gerando alertas de especialistas jurídicos.

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Foto: Axios - Main
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16/10 às 06:31

Pontos principais

  • Ativistas do movimento MAGA sugerem o uso de lei marcial caso identifiquem supostas fraudes nas eleições de meio de mandato.
  • Propostas incluem a apreensão de urnas, equipamentos eleitorais e a interrupção do processo de votação.
  • Especialistas jurídicos reforçam que a Constituição limita os poderes de emergência do presidente, impedindo o adiamento do pleito.
  • A Casa Branca afirmou que o presidente Donald Trump defende a contagem de votos legais e a proteção da integridade eleitoral.

Aliados do presidente Donald Trump ligados ao movimento MAGA têm discutido abertamente a possibilidade de recorrer à lei marcial durante as próximas eleições de meio de mandato. As propostas, defendidas por figuras como a ativista Tina Peters, sugerem medidas drásticas como a apreensão de urnas e a interrupção do processo eleitoral sob o pretexto de garantir a segurança e evitar supostas fraudes. O debate ocorre em um cenário de ceticismo contínuo sobre a legitimidade de pleitos anteriores por parte de aliados próximos ao governo.

Especialistas jurídicos alertam, contudo, que os poderes de emergência do presidente são estritamente limitados pela Constituição e por estatutos do Congresso, o que inviabiliza o adiamento das eleições ou a anulação de leis estaduais. Em resposta às discussões, a Casa Branca declarou que o presidente Trump mantém o compromisso com a contagem de todos os votos legais e com a proteção da integridade do sistema eleitoral norte-americano.

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