Indicadores de varejo, serviços e indústria sinalizam queda no PIB do 3º tri
Desempenho fraco dos principais setores da economia em agosto leva economistas a projetarem retração no PIB brasileiro do terceiro trimestre de 2026.
Pontos principais
- Vendas no varejo cresceram apenas 0,1% em agosto, segundo dados do IBGE.
- Produção industrial recuou 0,6% e o setor de serviços teve queda de 0,1% no mesmo período.
- Setores sensíveis ao crédito, como veículos e eletrodomésticos, apresentaram resultados negativos.
- Instituições financeiras como XP, Bradesco e C6 Bank revisaram para baixo suas projeções de crescimento.
A economia brasileira apresentou sinais de desaceleração em agosto, com resultados abaixo do esperado nos três principais pilares da atividade nacional. Dados divulgados pelo IBGE mostram que o comércio varejista avançou apenas 0,1%, enquanto a produção industrial caiu 0,6% e o setor de serviços recuou 0,1%. O impacto foi mais severo em segmentos dependentes de crédito, como a venda de veículos, móveis e materiais de construção, que registraram quedas expressivas no período.
Diante desse cenário, economistas de instituições como Suno Research, C6 Bank, XP, ASA e Bradesco revisaram suas expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB). A fragilidade observada nos indicadores mensais aumentou a probabilidade de uma variação negativa na economia brasileira durante o terceiro trimestre de 2026, sinalizando um momento de estagnação ou retração na atividade econômica do país.
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