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Reforma tributária inicia nova fase de transição em 2027

Brasil começa a substituir tributos sobre consumo em 2027, visando simplificar o sistema e desestimular produtos prejudiciais à saúde e ao ambiente.

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Foto: Times Brasil
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13/10 às 07:15

Pontos principais

  • PIS e Cofins serão extintos em 2027, dando lugar à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Imposto Seletivo entra em vigor em 2027 para taxar bens prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
  • Alíquotas do IPI serão reduzidas a zero para a maioria dos produtos, exceto na Zona Franca de Manaus.
  • Substituição gradual de ICMS e ISS pelo IBS ocorrerá entre 2029 e 2032.
  • Fase de testes com alíquotas reduzidas de CBS e IBS começa em 2026.

O Brasil inicia em 2027 uma etapa decisiva da reforma tributária, focada na simplificação da cobrança sobre o consumo. A mudança principal envolve a extinção do PIS e da Cofins, que serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Paralelamente, o governo implementará o Imposto Seletivo, destinado a desestimular o consumo de itens considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente, enquanto o IPI terá suas alíquotas zeradas para quase todos os produtos, com exceção daqueles fabricados na Zona Franca de Manaus.

A transição completa para o novo modelo, que inclui a substituição gradual do ICMS e do ISS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), está prevista para ser concluída até 2033. Antes da implementação definitiva, o governo realizará uma fase de testes em 2026, aplicando alíquotas reduzidas de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS. Apesar da reestruturação do sistema, especialistas ressaltam que não há garantia de redução generalizada nos preços ao consumidor final durante o período de transição.

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