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Senador republicano questiona legalidade de acordo de diesel com a Rússia

O senador Thom Tillis afirma que o pacto de Donald Trump para importar diesel russo viola leis federais e pode colocar a segurança nacional em risco.

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Foto: Politico White House
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11/10 às 14:45, atualizado 12/10 às 02:00

Pontos principais

  • O senador republicano Thom Tillis classificou o acordo de importação de diesel russo como potencialmente ilegal.
  • O governo Trump autorizou a entrada de 300 mil toneladas de diesel russo com suspensão temporária de sanções.
  • Legisladores democratas e republicanos formaram uma frente bipartidária contra a medida.
  • Críticos argumentam que o acordo viola a lei de 2022 que proibiu a importação de energia da Rússia.
  • O Tesouro dos EUA emitiu uma licença geral permitindo as importações até abril de 2027.
  • O presidente Donald Trump defende a medida como necessária para reduzir custos para produtores e caminhoneiros.
  • O governo ucraniano alertou que o alívio das sanções financia o esforço de guerra de Moscou.

O senador republicano Thom Tillis manifestou forte oposição ao recente acordo firmado pelo presidente Donald Trump para a importação de diesel da Rússia. Segundo o parlamentar, a medida pode ser ilegal, uma vez que contorna as restrições estabelecidas por uma lei de 2022 que proibiu a compra de energia russa em resposta à invasão da Ucrânia. O acordo prevê a entrada de 300 mil toneladas de combustível no mercado americano, acompanhada por uma licença do Departamento do Tesouro que suspende sanções específicas até abril de 2027.

A iniciativa enfrenta resistência de um grupo bipartidário no Senado, que argumenta que o pacto fornece recursos financeiros cruciais para a máquina de guerra de Vladimir Putin. Enquanto o presidente Trump justifica a decisão como uma estratégia para baixar os preços dos combustíveis para agricultores e transportadores americanos, críticos apontam que a flexibilização das sanções sinaliza fraqueza diplomática. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também criticou o arranjo, classificando-o como um investimento direto no conflito que ameaça a estabilidade global.

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