Aeroporto de Riade sofre novo ataque após ofensiva deixar 13 mortos
Terminal em Riade foi atingido por projétil um dia após ataque com míssil reivindicado pelos Houthis causar 13 mortes e ferir centenas.
Pontos principais
- O número de mortos no ataque de sábado subiu para 13 após o falecimento de um cidadão indiano.
- Rebeldes Houthis, apoiados pelo Irã, reivindicaram a autoria dos ataques aos aeroportos de Riade e Dammam.
- A Arábia Saudita solicitou apoio de defesa aérea a aliados internacionais devido à escassez de interceptadores.
- O presidente Donald Trump avalia um possível envolvimento militar dos EUA no conflito.
- Os ataques colocam em risco o transporte comercial e o fluxo global de petróleo no Estreito de Bab el-Mandeb.
O Aeroporto Internacional King Khalid, em Riade, foi atingido por um novo projétil neste domingo, apenas um dia após um ataque de míssil deixar 13 mortos e cerca de 300 feridos no local. A ofensiva foi reivindicada pelos rebeldes Houthis, que também realizaram disparos contra o Aeroporto Internacional King Fahd, em Dammam. O agravamento da situação levou a Arábia Saudita a solicitar suporte urgente de defesa aérea a países como França, Grã-Bretanha, Paquistão e Egito, citando uma escassez crítica de interceptadores de mísseis.
Diante da escalada, o presidente Donald Trump avalia uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no conflito contra os Houthis. A instabilidade na região gera preocupações globais, visto que os ataques ameaçam diretamente o transporte comercial e o fluxo de petróleo através do Estreito de Bab el-Mandeb. Autoridades internacionais monitoram o impacto dos ataques na segurança regional e na logística de suprimentos energéticos.
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