Fumaça de queimadas em Manaus: sensores da SELVA medem ar de moderado a ruim
Em Manaus, capital do Amazonas, a fumaça de queimadas levou Ufam, UEA e IFAM a suspender atividades presenciais, e os sensores da SELVA registram ar entre moderado e ruim.
Pontos principais
- Às 20h22 de 9 de outubro, 14 sensores da SELVA em Manaus reportavam PM2,5 entre 34,2 e 59,9 µg/m³, com mediana de 47 µg/m³.
- O sensor da Ufam marcava 50,4 µg/m³, e o SEMA_MANAUS, 59,4 µg/m³.
- Na escala da própria SELVA, a mediana cai na faixa moderada (25 a 50 µg/m³) e o maior valor, na ruim (50 a 75 µg/m³).
- A Defesa Civil emitiu alertas de risco à saúde e recomendou o uso de máscaras PFF2.
- Instituições como Ufam, UEA e IFAM suspenderam atividades presenciais na capital.
- O governo federal enviou reforços e aeronaves para auxiliar no combate aos focos de incêndio no estado.
A fumaça de incêndios florestais no Amazonas afeta o ar de Manaus, capital do estado. Os sensores que a plataforma SELVA mantém na cidade registravam, na noite de sexta-feira (9), PM2,5 entre as faixas moderada e ruim da própria escala. A SELVA, que usa sensores de baixo custo, não recomenda o uso desses dados para fins científicos ou regulatórios e os apresenta como indicativo da situação em cada local.
As autoridades recomendam que a população reforce a hidratação, use máscaras PFF2 e evite exercícios físicos ao ar livre. A prefeitura suspendeu o trabalho presencial em repartições públicas, e instituições de ensino superior também interromperam as atividades presenciais para proteger estudantes e servidores. O Ministério do Meio Ambiente mobiliza aeronaves e equipes especializadas para conter o avanço das chamas no interior do Amazonas.
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