Ações da C&A caem após alerta sobre lucro no terceiro trimestre de 2026
Varejista projeta desaceleração nas vendas e pressão nos lucros, mas bancos mantêm recomendações positivas para o papel.
Pontos principais
- Ações da C&A (CEAB3) registraram queda de 2,15% após teleconferência com analistas.
- Resultados foram impactados por reformas em 18 lojas e investimentos em marketing.
- Patrocínio ao Rock in Rio contribuiu para a pressão nos resultados operacionais.
- Goldman Sachs reduziu o preço-alvo da ação para R$ 16,00, mantendo recomendação de compra.
- JPMorgan manteve recomendação overweight, citando que o desempenho fraco já era esperado.
As ações da C&A (CEAB3) recuaram 2,15% após a varejista alertar o mercado sobre uma desaceleração nas vendas e pressão nos lucros para o terceiro trimestre de 2026. A companhia justificou o cenário operacional mais desafiador citando os custos elevados com reformas em 18 unidades, além de despesas concentradas em marketing e no patrocínio ao festival Rock in Rio. Apesar do impacto imediato nos resultados, a empresa destacou que trabalha na normalização gradual dos estoques e na manutenção da qualidade da carteira do C&A Pay.
Mesmo com o alerta, instituições financeiras mantiveram uma visão otimista sobre o ativo. O Goldman Sachs ajustou seu preço-alvo de R$ 16,50 para R$ 16,00, mas reiterou a recomendação de compra. Já o JPMorgan manteve a recomendação overweight, avaliando que os números fracos apresentados pela varejista já estavam precificados pelo mercado e não alteram a tese de investimento de longo prazo.
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