A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 269,8 milhões no 4T25, alta de 7,9% anualmente, e lucro anual de R$ 470,7 milhões, com crescimento de 57,5%, levando o JPMorgan a manter a ação como principal recomendação do setor.
As ações da C&A (CEAB3) reagiram positivamente no mercado após a divulgação de um balanço misto do 4º trimestre de 2025. A varejista reportou um lucro líquido ajustado de R$ 269,8 milhões no período, um aumento de 7,9% em relação ao ano anterior. Mais notavelmente, o lucro anual da C&A alcançou R$ 470,7 milhões, marcando uma alta expressiva de 57,5% em comparação com o ano anterior. Embora o desempenho operacional tenha sido desafiador, com desaceleração nas vendas de mesmas lojas (SSS), o Ebitda, apesar de recuar 5,5% em relação a 2024, conseguiu superar as estimativas do mercado. O balanço também destacou pontos positivos como o avanço na margem bruta, disciplina de capital de giro, um fluxo de caixa robusto e a descontinuação da categoria de eletrônicos.
Diante desses resultados e perspectivas, bancos como Bradesco BBI e Goldman Sachs mantiveram uma visão construtiva para a C&A. O JPMorgan, por sua vez, reforçou sua posição, considerando a C&A (CEAB3) sua principal recomendação no setor. O banco projeta um crescimento anual composto do lucro por ação (EPS CAGR) de cerca de 13% em cinco anos, com receitas e EBITDA do varejo crescendo a taxas de 8% e 12%, respectivamente. No cenário técnico, o papel CEAB3 está em consolidação no curto prazo, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos. Para uma recuperação consistente, o ativo precisa romper as resistências de R$ 13,33 e R$ 14,22, enquanto a perda dos suportes em R$ 12,22 e R$ 11,65 pode reativar a tendência de baixa.
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