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C&A (CEAB3) lucra R$ 269,8 milhões no 4T25 e tem alta anual de 57,5% no lucro

A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 269,8 milhões no 4T25, alta de 7,9% anualmente, e lucro anual de R$ 470,7 milhões, com crescimento de 57,5%, levando o JPMorgan a manter a ação como principal recomendação do setor.

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Foto: InfoMoney
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25/02 às 14:03

Pontos principais

  • A C&A (CEAB3) divulgou lucro líquido ajustado de R$ 269,8 milhões no 4T25, um aumento de 7,9% em relação ao ano anterior.
  • O lucro anual da varejista atingiu R$ 470,7 milhões, representando uma alta expressiva de 57,5% em comparação com o ano anterior.
  • Apesar de um desempenho operacional desafiador e desaceleração nas vendas, o Ebitda do 4T25, mesmo recuando 5,5%, superou as estimativas do mercado.
  • Pontos positivos incluíram avanço na margem bruta, disciplina de capital de giro, fluxo de caixa robusto e a descontinuação da categoria de eletrônicos.
  • O JPMorgan considera a C&A (CEAB3) sua principal recomendação no setor, projetando crescimento anual composto do lucro por ação (EPS CAGR) de 13% em cinco anos.
  • A análise técnica aponta consolidação do papel, negociando entre médias de 9 e 21 períodos, com necessidade de romper resistências para uma recuperação consistente.

As ações da C&A (CEAB3) reagiram positivamente no mercado após a divulgação de um balanço misto do 4º trimestre de 2025. A varejista reportou um lucro líquido ajustado de R$ 269,8 milhões no período, um aumento de 7,9% em relação ao ano anterior. Mais notavelmente, o lucro anual da C&A alcançou R$ 470,7 milhões, marcando uma alta expressiva de 57,5% em comparação com o ano anterior. Embora o desempenho operacional tenha sido desafiador, com desaceleração nas vendas de mesmas lojas (SSS), o Ebitda, apesar de recuar 5,5% em relação a 2024, conseguiu superar as estimativas do mercado. O balanço também destacou pontos positivos como o avanço na margem bruta, disciplina de capital de giro, um fluxo de caixa robusto e a descontinuação da categoria de eletrônicos.

Diante desses resultados e perspectivas, bancos como Bradesco BBI e Goldman Sachs mantiveram uma visão construtiva para a C&A. O JPMorgan, por sua vez, reforçou sua posição, considerando a C&A (CEAB3) sua principal recomendação no setor. O banco projeta um crescimento anual composto do lucro por ação (EPS CAGR) de cerca de 13% em cinco anos, com receitas e EBITDA do varejo crescendo a taxas de 8% e 12%, respectivamente. No cenário técnico, o papel CEAB3 está em consolidação no curto prazo, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos. Para uma recuperação consistente, o ativo precisa romper as resistências de R$ 13,33 e R$ 14,22, enquanto a perda dos suportes em R$ 12,22 e R$ 11,65 pode reativar a tendência de baixa.

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