JPMorgan eleva recomendação de ações brasileiras para compra
O banco elevou a recomendação para o Brasil após o primeiro turno das eleições, citando expectativa de disciplina fiscal e cortes na taxa Selic.
Pontos principais
- JPMorgan alterou a recomendação de ações brasileiras de neutra para overweight.
- A instituição projeta alta de até 20% para o índice MSCI Brazil no curto e médio prazo.
- A análise destaca que a valorização do real pode acelerar o ciclo de cortes da Selic.
- O banco reduziu a recomendação para o Chile, citando desafios com o preço do petróleo e do lítio.
- A nova alocação regional do banco coloca Brasil e Peru como os mercados preferenciais na América Latina.
O JPMorgan elevou a recomendação das ações brasileiras para compra, mudando a classificação de neutra para overweight após o resultado do primeiro turno das eleições. A instituição financeira aponta que o cenário político atual abre espaço para uma maior disciplina fiscal, o que poderia fortalecer o real e permitir cortes mais acelerados na taxa Selic pelo Banco Central.
Além da perspectiva positiva para o mercado doméstico, o banco ajustou sua alocação regional na América Latina, rebaixando o Chile de overweight para neutro devido a desafios com o preço do petróleo e a desvalorização do lítio. Com essa mudança, o Brasil e o Peru passam a ser os mercados com maior recomendação de exposição na carteira do banco para a região.
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