Brasil busca atrair data centers enquanto setor enfrenta resistência nos EUA
Candidatos à presidência propõem incentivos para data centers no Brasil, em contraste com a crescente rejeição social observada nos Estados Unidos.
Pontos principais
- Brasil ocupa a 12ª posição global com 218 data centers instalados.
- O governo brasileiro implementou o Redata, regime que zera impostos de importação para equipamentos do setor.
- Nos EUA, 64% da população se opõe à expansão rápida de data centers devido a preocupações ambientais.
- O presidente Donald Trump apoia a expansão das instalações nos EUA, citando benefícios financeiros e comunitários.
Candidatos à presidência do Brasil têm apresentado propostas focadas em atrair investimentos para a instalação de data centers, visando impulsionar o desenvolvimento da inteligência artificial no país. O governo brasileiro já sancionou o Redata, um regime que elimina impostos de importação para equipamentos destinados a essas unidades, desde que cumpram critérios de sustentabilidade. Atualmente, o Brasil conta com 218 instalações, ocupando o 12º lugar no ranking mundial do setor.
Em contrapartida, a expansão dos data centers enfrenta forte resistência nos Estados Unidos, onde 64% da população se opõe ao crescimento acelerado das estruturas devido a impactos ambientais e ao alto consumo de recursos. Enquanto o presidente Donald Trump defende a expansão como um motor de benefícios financeiros, especialistas sugerem que o Brasil deve monitorar os conflitos sociais e ambientais observados em solo americano para mitigar riscos durante o desenvolvimento da sua própria infraestrutura digital.
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