Ações da Cerebras atingem mínima histórica após notícias sobre OpenAI
Papéis da startup recuam quase 20% na semana com preferência da OpenAI por hardware da Nvidia e fim de restrições de venda para acionistas.
Pontos principais
- Ações da Cerebras atingiram o menor valor desde o IPO realizado em maio.
- Relatos indicam que a OpenAI utilizará GPUs da Nvidia para o modo Ultrafast do GPT-6.1 Sol.
- O fim do período de lock-up liberou 19,4 milhões de ações para negociação no mercado.
- O valor de mercado da empresa caiu de US$ 95 bilhões na estreia para cerca de US$ 39 bilhões.
- Executivos da companhia venderam mais de US$ 240 milhões em ações entre agosto e setembro.
As ações da Cerebras registraram uma queda de quase 20% nesta semana, atingindo o menor patamar desde o IPO da startup em maio. O movimento negativo foi intensificado por relatos de que a OpenAI optou por utilizar GPUs da Nvidia, em vez do hardware da Cerebras, para o novo modo Ultrafast do GPT-6.1 Sol. Apesar da repercussão no mercado, o CEO da OpenAI, Sam Altman, reforçou em suas redes sociais que a Cerebras permanece como uma parceira estratégica próxima da organização.
Além da pressão tecnológica, o cenário foi agravado pelo fim das restrições de venda para acionistas internos, que liberou 19,4 milhões de ações para negociação. Dados revelam que o CEO Andrew Feldman e o CTO Sean Lie venderam mais de US$ 240 milhões em papéis entre agosto e setembro. Com essa desvalorização, o valuation da companhia recuou significativamente, saindo dos US$ 95 bilhões registrados na estreia para pouco mais de US$ 39 bilhões atualmente.
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