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Trump diz acompanhar eleições brasileiras 'muito de perto'

O presidente dos EUA afirmou que o pleito no Brasil é muito importante, em meio a críticas de congressistas sobre uma possível interferência de seu governo.

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Foto: G1 Mundo
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01/10 às 14:45 · atualizado 16:02

Pontos principais

  • Donald Trump declarou que monitora a eleição presidencial brasileira com atenção.
  • O presidente americano classificou o pleito como um evento de grande importância.
  • Trump não manifestou apoio a nenhum candidato específico na disputa brasileira.
  • Congressistas dos EUA enviaram cartas ao secretário de Estado, Marco Rubio, questionando a postura de Washington.
  • Parlamentares acusam o governo Trump de tentar desestabilizar o processo eleitoral no Brasil.
  • As suspeitas de interferência citam a nomeação de um assessor específico e a imposição de tarifas comerciais.
  • O Departamento de Estado dos EUA negou planos de interferência e afirmou que respeitará o resultado das urnas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta semana que acompanha as eleições brasileiras "muito de perto". Em declaração feita na Casa Branca, o mandatário classificou o pleito como um evento de grande importância para a política externa americana, embora tenha evitado declarar apoio a qualquer um dos candidatos que concorrem ao cargo de presidente.

A manifestação ocorre em um momento de tensão política, marcado por questionamentos de congressistas e senadores norte-americanos. Parlamentares enviaram cartas ao secretário de Estado, Marco Rubio, expressando preocupação com uma suposta interferência do governo Trump no processo eleitoral brasileiro. As críticas mencionam a nomeação de Darren Beattie como assessor para questões do Brasil e a recente aplicação de tarifas extras como possíveis instrumentos de pressão.

Em resposta às acusações, o Departamento de Estado dos EUA negou qualquer plano para desestabilizar a eleição ou impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Representantes do governo americano reiteraram que a administração respeitará o resultado das urnas e o governo que for eleito pelos brasileiros. Enquanto isso, autoridades de inteligência no Brasil chegaram a relatar a parceiros internacionais preocupações sobre a influência externa no pleito, alegações que foram refutadas por integrantes da Casa Branca.

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