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Reforma tributária muda estratégia logística de pequenas empresas

A transição para o IBS reduz o peso de incentivos fiscais, forçando empresas a priorizar a eficiência logística em vez de benefícios estaduais.

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Foto: InvestNews
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01/10 às 16:45

Pontos principais

  • O novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substituirá ICMS e ISS entre 2029 e 2033.
  • A reforma reduz o apelo de incentivos fiscais estaduais na escolha de localização de estoques.
  • Empresas do Simples Nacional com faturamento acima de R$ 3,6 milhões terão mudanças no recolhimento do imposto.
  • Especialistas sugerem que empresas reavaliem suas estruturas logísticas e modelos de distribuição.

A implementação da reforma tributária no Brasil altera significativamente a lógica de operação das empresas ao substituir o ICMS e o ISS pelo novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Com a transição gradual prevista entre 2029 e 2033, o peso dos incentivos fiscais estaduais tende a diminuir, tornando a eficiência logística e a proximidade com o consumidor final fatores decisivos para a competitividade dos negócios.

Para as pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional, o impacto é direto para aquelas com faturamento anual superior a R$ 3,6 milhões, que deixarão de recolher o ICMS por meio da guia unificada DAS. Diante desse cenário, consultores recomendam que os gestores realizem uma análise detalhada de seus modelos de distribuição, considerando alternativas como a transferência de estoques ou a adoção de serviços de fulfillment para se adaptarem ao novo ambiente tributário.

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