Daniel Vorcaro nega à PF envolvimento em grupos de intimidação
Fundador do Banco Master prestou depoimento e solicitou revogação de sua prisão preventiva no âmbito da Operação Compliance Zero.
Pontos principais
- Daniel Vorcaro negou participação em esquemas de monitoramento e ataques digitais contra jornalistas e empresários.
- A defesa do executivo classificou as mensagens citadas pela investigação como desabafos privados e negou a existência de grupos criminosos.
- O fundador do Banco Master afirmou que sua relação com Luiz Phillipi Mourão era restrita a um contrato formal de segurança digital.
- Henrique Vorcaro, pai do executivo, também prestou esclarecimentos e negou exercer qualquer papel de comando nas atividades investigadas.
- A defesa protocolou novo pedido de liberdade, argumentando que não existem acusações formais que justifiquem a manutenção da prisão preventiva.
O fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, negando qualquer envolvimento em grupos de intimidação contra jornalistas e adversários empresariais. Em sua defesa, o executivo refutou a existência de estruturas criminosas mencionadas na investigação, como as denominações "A Turma" e "Os Meninos", classificando as comunicações interceptadas como desabafos de cunho privado. Vorcaro também esclareceu que sua relação com Luiz Phillipi Mourão era estritamente profissional, baseada em um contrato formal de inteligência e segurança digital.
Além de negar as acusações de monitoramento e obtenção indevida de dados sigilosos, a defesa de Vorcaro reforçou o pedido de revogação de sua prisão preventiva. O advogado do executivo argumenta que não há acusação formal que sustente a medida cautelar. Henrique Vorcaro, pai do fundador do banco, também foi ouvido pelas autoridades e negou exercer qualquer papel de liderança nas ações sob apuração.
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