Netanyahu nega ter recebido alertas egípcios antes de 7 de outubro
Primeiro-ministro israelense contesta relatos sobre avisos de inteligência e anuncia processo por difamação contra alegações contrárias.
Pontos principais
- Netanyahu afirma que não se reuniu ou falou com o ex-chefe da inteligência egípcia, Abbas Kamel, antes do ataque.
- O premiê declara que nenhum oficial de inteligência israelense lhe repassou alertas egípcios no período.
- Netanyahu acusa o chefe do Shin Bet, Ronen Bar, de omitir sinais de alerta discutidos na véspera do 7 de outubro.
- O governo israelense pretende processar por difamação os responsáveis pelas alegações que circulam na imprensa.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu negou publicamente ter recebido qualquer aviso de inteligência do Egito nos meses que antecederam o ataque de 7 de outubro. Segundo o premiê, não houve contato com Abbas Kamel, então chefe do serviço de inteligência egípcio, e nenhum oficial israelense lhe transmitiu alertas sobre riscos iminentes na época.
Netanyahu alega que o chefe do Shin Bet, Ronen Bar, discutiu sinais de alerta com o chefe do Estado-Maior, Herzi Halevi, e o chefe da Inteligência Militar, Aharon Haliva, na noite anterior ao ataque, mas optou por não informá-lo. Em resposta às notícias que circulam na imprensa, o governo anunciou a intenção de apresentar uma ação judicial por difamação.
Comentários
Carregando comentários...
