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Trump descarta intervenção militar em Cuba e aposta em acordo

O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos devem chegar a um entendimento com Cuba sem a necessidade de recorrer às Forças Armadas.

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Foto: G1 Mundo
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26/09 às 13:31 · atualizado 14:01

Pontos principais

  • Donald Trump descartou o uso de força militar para resolver a crise com Cuba.
  • O presidente americano declarou que espera alcançar um acordo diplomático com o governo cubano.
  • O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, manifestou abertura para o diálogo e relações comerciais.
  • A Rússia solicitou formalmente o fim das restrições comerciais impostas pelos EUA à ilha.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Washington e Havana devem chegar a um acordo, descartando a necessidade de qualquer intervenção militar na ilha. A posição do mandatário surge em um momento de intensa pressão diplomática, após Trump classificar Cuba como um 'Estado falido' durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, o que provocou a saída da delegação cubana do plenário.

Apesar da retórica dura, o governo cubano, por meio do chanceler Bruno Rodríguez, afirmou que o país permanece aberto ao diálogo e a parcerias comerciais com empresas americanas. O cenário é agravado pelo bloqueio de petróleo imposto pelos EUA no início do ano, que intensificou a crise energética na ilha. Em meio ao impasse, o chanceler russo, Sergey Lavrov, defendeu o fim das sanções econômicas, enquanto Trump reiterou que prefere uma solução negociada em vez de ações das Forças Armadas.

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