Os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre Cuba, condicionando a reabertura de acordos à saída do presidente Miguel Díaz-Canel, conforme revelado pelo The New York Times. Autoridades americanas comunicaram a negociadores cubanos que a saída de Díaz-Canel é necessária para o progresso das negociações, sem exigir mudanças amplas no regime comunista ou ações contra a família Castro. Essa proposta é vista como um facilitador de acordos, não um ultimato, diferentemente da situação com a Venezuela.
Essa exigência ocorre em um momento em que Cuba enfrenta uma grave crise energética, marcada por apagões frequentes, resultado das sanções americanas que impedem o envio de petróleo e dinheiro da Venezuela e impõem tarifas a países que comercializam combustível com a ilha. O presidente Donald Trump já havia declarado que seria uma "honra" para ele "tomar" a ilha, descrevendo-a como uma "nação falida" e afirmando que pode fazer "o que quiser" com o país. Mais recentemente, Trump afirmou que Cuba está em uma situação precária e em negociações com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, indicando que Washington fará "algo com Cuba" muito em breve. As declarações de Trump ocorrem em meio a conversações entre Cuba e EUA para melhorar suas relações, que são historicamente contenciosas. Cuba, por sua vez, rejeita interferência em seus assuntos internos e busca negociações baseadas em igualdade e respeito à soberania.
InfoMoney • 17 mar, 15:11
Agência Brasil - EBC • 17 mar, 09:02
G1 Mundo • 17 mar, 09:37
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