Petrobras descarta aporte isolado e reestatização da Braskem
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a estatal não investirá recursos sozinha na petroquímica nem pretende ampliar sua fatia.
Pontos principais
- Magda Chambriard negou a realização de aportes isolados de capital na Braskem.
- A estatal reforçou que não possui planos para reestatizar a companhia.
- A Petrobras detém atualmente 47,03% do capital votante da petroquímica.
- A empresa defende que eventuais necessidades de capital devem ser compartilhadas entre todos os acionistas.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, descartou a possibilidade de a estatal realizar aportes financeiros isolados na Braskem. Em declarações recentes, a executiva enfatizou que a empresa não pretende ampliar sua participação acionária na petroquímica, onde já detém 47,03% do capital votante, e negou categoricamente qualquer intenção de reestatizar o negócio.
Segundo Chambriard, qualquer necessidade de capital na Braskem deve ser tratada de forma conjunta, envolvendo todos os acionistas da companhia. A gestão atual mantém a Petrobras focada em suas atribuições operacionais, enquanto a divisão de tarefas com outros sócios, como a IG4, segue concentrada nas frentes corporativas e financeiras da petroquímica.
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